Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Inverno aquece mercado leiteiro no Paraná

Preços pagos aos produtores se elevam com a menor oferta de matéria-prima

O aumento no consumo de leite no mercado nacional e a elevação das exportações do produto reduziram a oferta no mercado interno o que, por sua vez, tem ajudado a puxar para cima os preços pagos aos produtores paranaenses. Em junho, o valor do litro recebido pelo pecuarista foi de R$ 1,01, contra R$ 0,95 registrado no mesmo período do ano passado.

Fábio Mezzadri, técnico do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), explica que a tendência a partir de agora é de aumento de preços por causa do inverno, período em que há uma significativa perda na qualidade das pastagens. "Os produtores estão investindo na atividade, por isso estão preparados para enfrentar o inverno", observa Mezzadri.

O especialista explica que os produtores já estão com os estoques de alimentos prontos para enfrentarem o frio. Contudo, ele avalia que as pastagens ainda estão se mantendo em algumas regiões do Estado, pois ainda não houve registro de geada, principalmente na região dos Campos Gerais, maior bacia leiteira do Estado. No primeiro semestre do ano, o preço pago ao produtor pelo litro de leite no Paraná se manteve estável. Em janeiro, o pecuarista recebeu R$ 0,99 por litro. No decorrer dos meses seguintes o valor não registrou muita alteração.

Altair Romero, produtor na região de Lupionópolis (Oeste), revela que há dois meses tem observado queda nos preços pagos aos produtores. Mas, para aumentar os seus rendimentos, o produtor investe na qualidade do produto, fator que garante a ele uma melhor remuneração quando entrega o leite para a indústria. "Quem mantém a qualidade, garante a estabilidade nos preços", salienta o pecuarista.

Hoje, Romero chega a receber R$ 1,10/l, valor que, segundo ele, cobre os custos de produção. Para garantir uma boa rentabilidade em épocas de preços mais baixos, o produtor reduz os seus custos de produção comprando insumos em grandes quantidades e com desconto.

Altair detém uma média de produção de 570 litros por dia. No inverno, a média cai para 380 litros/dia. No verão, o índice de produção diária ultrapassa a média anual. Atualmente o pecuarista está com 20 animais em lactação.

Segundo dados do Deral, o Paraná produziu 3,9 bilhões em 2012 (último dado da entidade), se destacando como o terceiro produtor do País, atrás de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Este ano, entre janeiro e março, o total de leite adquirido pela indústria somou 722,1 milhões de litros. Para 2014, a previsão do Deral para a produção anual do Estado é de aumento, em virtude da melhoria na captação de leite e dos investimentos realizados pelos produtores.

Varejo
No varejo, o valor do leite longa vida tem ficado mais caro para o consumidor. Em junho, o litro do produto foi comercializado a R$ 2,21, contra R$ 2,16/l em maio e R$ 2,18/l em abril. Em junho do ano passado, o leite longa vida era comercializado nos mercados paranaenses a R$ 2,15/l, segundo dados fornecidos pelo Deral.

Ricardo Maia

Folha Web


Fonte: Agrolink

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