Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Mais de 250 pragas ameaçam Paraná durante a Copa

São insetos, ácaros, fungos e vírus que podem vir com os turistas e prejudicar as lavouras

Sediar a Copa do Mundo no Brasil é um momento de celebração, mas também de atenção e preocupação, principalmente para o agronegócio. Com um olho na televisão para acompanhar a Seleção Brasileira e o outro na lavoura, os produtores estão atentos sobre a possibilidade de entrada de pragas no País por meio dos mais de meio milhão de torcedores que estarão transitando pelo território nacional ao longo das próximas semanas.

Um levantamento encomendado pela Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), aponta que os 31 países classificados para a Copa do Mundo abrigam, juntos, mais de 350 pragas ainda inexistentes no Brasil. São insetos, ácaros, fungos e vírus que, se introduzidos nas lavouras, podem trazer prejuízos astronômicos e até impactar na produção nacional de alimentos.

Uma das 12 cidades-sede, Curitiba receberá as seleções da Espanha, Austrália, Rússia, Honduras, Equador, Nigéria, Argélia e Irã. Somados os oitos países, são 253 espécies de pragas que as plantações brasileiras desconhecem, e que podem ingressar através dos aeroportos e fronteiras do Estado. "Nós acompanhamos essa situação há certo tempo, por meio do estudo da pesquisadora Regina Sugayama. Um exemplo da seriedade do assunto é que em Pequim, durante as Olimpíadas de 2008, foram introduzidas 44 novas pragas na China", explica o gerente de regulamentação da Andef, Luis Ribeiro.

Segundo o estudo encomendado, entre 1901 e 2014, 68 espécies de pragas exóticas foram detectadas no Brasil - 20 delas somente nos últimos dez anos. Ribeiro explica que a entrada pode acontecer de diversas formas, como através de alimentos, souvenirs, mudas de plantas ou até fixado na roupa ou na sola do sapato. "Nós temos mais de 100 pragas na América Latina, muito próximas a nós, que ainda não ingressaram no País. São fungos, nematoides e outros parasitas que podem fazer um estrago muito grande. Vale dizer que hoje temos muitas pragas em nossas lavouras que um dia foram consideradas exóticas, como a própria Helicoverpa", comenta.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), responsável pela fiscalização através da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), a fiscalização contará com cerca de 90 servidores (veja o box). "Nós consideramos o Mapa muito competente, com excelentes funcionários, e valorizamos o esquema que estão montando, mas acredito que a equipe é pequena para o tamanho do risco. Ficamos temerosos sobre o que pode acontecer, há algumas pragas muito perigosas, que podem afetar a produção de culturas como o milho e o sorgo", completa o gerente de regulamentação da Andef.

Nações "perigosas"

Os Estados Unidos, com 225 pragas, lideram o ranking das nações que podem trazer mais pragas para o agronegócio brasileiro. Para agravar a situação, os americanos também são os que mais compraram ingressos para os jogos da Copa: cerca de 187 mil entradas (veja o quadro). Os turistas vindos da França, Itália, Austrália e Alemanha também preocupam.

Victor Lopes

Folha Web


Fonte: Agrolink

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