Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Governo brasileiro vai ao Peru dar explicações sobre vaca louca

Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil Edição: Juliana Andrade

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento enviará técnicos a Lima na próxima segunda (19) ou terça-feira (20) para tentar reverter a suspensão às compras da carne bovina do Brasil, anunciada pelo Peru na semana passada. O país interrompeu as importações do produto oriundo de todo o território brasileiro por 180 dias, após a confirmação de um caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), popularmente conhecida como doença da vaca louca, no estado de Mato Grosso.

Por meio da assessoria de comunicação, a pasta confirmou, ainda, uma viagem ao Irã na próxima quarta (21), para averiguar dificuldades de embarque da carne brasileira para aquele mercado informadas pelo setor privado. Deve haver também uma visita ao Egito, que suspendeu oficialmente as compras de carne de Mato Grosso por 180 dias. Ainda não está definida qual será a data.

Segundo o Ministério da Agricultura, a documentação de esclarecimento sobre o caso de EEB será enviada a todos os parceiros comerciais e alguns receberão missões brasileiras. A decisão de incluir o Irã na agenda de viagens foi tomada após a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informar que o país foi o terceiro a embargar a carne de Mato Grosso.

De acordo com a Abiec, além de dados comerciais apontarem uma suspensão, uma publicação na página do serviço veterinário oficial do Irã indica restrições à carne de Mato Grosso. O Ministério da Agricultura, entretanto, ressalta que uma ação do tipo só pode valer após comunicação formal ao governo brasileiro, o que não ocorreu. Segundo a assessoria, a pasta optou pela viagem ao país asiático para verificar o que está ocorrendo.

O presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, disse acreditar que a reação de alguns compradores da carne brasileira após a confirmação do caso mudará rapidamente. “Estamos muito confiantes de que se possa reverter [as suspensões] no curto prazo”, disse.

Fiscais do Ministério da Agricultura detectaram suspeita de um caso de vaca louca em 19 de março em um frigorífico da JBS/Friboi. A carne não chegou ao mercado de consumo. O ministério fez testes no Laboratório Nacional Agropecuário de Pernambuco (Lanagro-PE), que indicaram a doença. A pasta também iniciou uma investigação epidemiológica em campo, sacrificando e testando 49 bovinos contemporâneos do animal que desenvolveu a doença, mas os resultados deram negativo.

Para cumprir o protocolo da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e determinar o tipo de manifestação, o ministério encaminhou ainda amostras para o laboratório de referência da entidade no Reino Unido. Os resultados chegaram ao Brasil na sexta-feira (9) e apontaram um caso atípico (tipo H) de EEB, que costuma ocorrer em animais mais velhos. Trata-se de uma manifestação esporádica, não associada à ingestão de ração contaminada e que traz menos riscos.

A doença da vaca louca é causada por uma proteína chamada príon, que pode ser transmitida a bovinos e caprinos quando alimentados com ração de farinha contendo carne e ossos de animais contaminados. Além de causar a morte dos animais, a EEB pode infectar seres humanos.

No ano passado, após a confirmação de um caso de doença da vaca louca em um animal morto em 2010 em Sertanópolis (PR), vários países suspenderam a compra da carne brasileira, embora também se tratasse de EEB atípica.

Agência Brasil


Fonte: Agrolink

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