Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

FAO: mudanças climáticas desafiam políticas de combate à fome

Leandra Felipe - Correspondente da Agência Brasil/EBC Edição: Graça Adjuto

A partir de agora, as políticas de segurança alimentar na América do Sul e no Caribe terão de considerar os efeitos na agricultura de prolongados períodos de escassez de chuvas e do aumento da temperatura. Nesse cenário de mudanças climáticas e de revisão das ações para a erradicação da fome na região até 2025, representantes de 33 países estão reunidos, até sexta-feira (9), em Santiago (Chile), para a 33ª Conferência Regional das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, a sigla em inglês).

Antes da abertura, nessa terça-feira (7), o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, conversou com jornalistas e disse que as alterações climáticas já causam impacto na agricultura e que a revisão das metas para 2025 deverá considerar tais mudanças.

“Não é um tema de futuro, senão do presente, e os impactos são muito maiores do que pensávamos”, acrescentou. Para ele, as mudanças climáticas afetarão a agricultura econômicamente e isso trará incertezas.

“Por um tempo, tivemos a ideia de que o mundo havia se transformado em um supermercado e que podíamos comprar tudo quanto queríamos. Nós havíamos alcançado a situação do pleno abastecimento, mas agora a mudança climática reintroduz o tema da incerteza e não sabemos o que vai acontecer”, ponderou.

Graziano destacou que essa incerteza afetará todo o comércio, determinará a volatilidade dos preços internacionais e poderá obrigar os países a assegurar o abastecimento interno com medidas protecionistas que já haviam sido abandonadas. “Nesse contexto, não podemos perder de vista o horizonte de erradicar a fome na região”.

Depois de conversar com os jornalistas, Graziano participou da sessão inaugural, com a presença de representantes dos 32 países. O Brasil enviou o ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto.

No discurso de abertura, o diretor-geral da FAO concentrou-se nos êxitos da América Latina e do Caribe – região que se converteu em exemplo mundial na luta contra a fome e que conseguiu reduzir a proporção de subalimentação de 15% para 8%. “Desde 1990, o número total de pessoas desnutridas caiu de 66 milhões para 47 milhões”, comentou.

Graziano fez um chamado para que os países continuem a priorizar políticas para cumprir a meta de uma América Latina e um Caribe sem fome até 2025. A meta foi estabelecida em 2006 pelos chefes de Estado e de governo da região, como iniciativa comum a ser alcançada.

O primeiro objetivo - reduzir a proporção de desnutrição pela metade até 2015 - foi alcançado por 16 países, mas o desafio agora é erradicar a fome nos próximos 11 anos.

Durante a sessão, a presidenta do Chile, Michelle Bachelet, recebeu um reconhecimento da FAO pelo cumprimento da meta de reduzir a menos da metade o número de pessoas com fome no país. “Reduzimos a prevalência de desnutrição de 9%, nos anos 90, para menos de 5%, entre 2011 e 2013, estamos orgulhosos desse avanço e conscientes de que devemos nos aplicar para erradicar esse índice”, disse.

Entre os países que conseguiram reduzir a desnutrição em 50%, sete chegaram a índices inferiores a 5%. Desse modo, a FAO considera que a Argentina, Barbados, a Dominica, o Chile, Cuba, o México e a Venezuela erradicaram a fome.

O Brasil, a Guiana, Honduras, a Nicarágua, o Panamá, Peru e San Vicente e Granadinas reduziram o índice de subalimentação à metade.

Agência Brasil


Fonte: Agrolink

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