Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Paraíba incentiva pesquisas para regularizar produção de leite de cabra no semiárido

O leite de cabra é um alimento com excelentes benefícios nutricionais e pode produzir produtos derivados com alta qualidade gastronômica. Visando aumentar a regularidade da oferta de leite e desenvolver modelos de sistemas de produção, o Governo do Estado incentiva pesquisas desenvolvidas pela Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa-PB), por meio do Programa “Desenvolvimento de Sistemas Eficientes de Produção de Leite Caprino no Semiárido – Sisleite”, para oferecer tecnologias sustentáveis para que o agricultor familiar invista na produção de leite caprino.


As pesquisas que estão sendo realizadas em parceria com a as Universidades Federais da Paraíba (UFPB) e de Campina Grande (UFCG) já demonstram resultados promissores, pois desde a execução do Programa Sisleite, que faz parte do Projeto Agrocapri, há produção de leite de cabra durante todo o ano, o que não acontecia devido à irregularidade no ciclo reprodutivo, ocasionada pelo baixo nível nutricional dos rebanhos.


De acordo o coordenador do Sisleite, Edgard Pimenta, os animais têm como fontes de alimentação a silagem de sorgo, o feno e a caatinga, além dos concentrados. E uma das ações do Programa, que foi custeado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), prevê que a quantidade de alimento conservado alimente o dobro de animais. Isso permitirá que o caprino esteja bem nutrido, se reproduza regularmente e estabilize a produção de leite no semiárido.


“A regularidade de oferta da produção de leite de cabra poderá sustentar a indústria. Isso porque as cabras têm três épocas de parição ao invés de uma. Além disso, estão sendo introduzidas técnicas para baratear algumas fases do custo de produção, já que a ideia é que o produtor rural possa aplicar as tecnologias e conhecimento à realidade local, com instalações rentáveis”, complementa Edgard.


Atualmente, o consumo de leite de cabra não tem uma cadeia produtiva bem caracterizada, já que, praticamente, seu único comprador é o Governo do Estado. A ideia do Sisleite é que esse sistema venha servir de base para uma cadeia produtiva dentro do mercado privado, oferecendo produtos diferenciados e de qualidade, como, por exemplo, queijos finos e iogurte.


De acordo com o presidente da Emepa, Manoel Duré, esse projeto é mais um apoio do Governo do Estado ao Programa de Leite da Paraíba, que visa promover a melhoria da qualidade de vida das famílias de baixa renda, através da distribuição do alimento para combater a fome e a desnutrição infantil. Atualmente, a Paraíba já produziu em torno de 20 mil litros de leite de cabra por dia, devido à introdução de tecnologias dentro do sistema de produção.


No Brasil, o mercado de fato nunca foi trabalhado de maneira consistente para o consumo de leite de cabra e de seus derivados. Em países onde tem caprinocultura leiteira, o queijo de cabra é o primeiro produto a ser vendido. Aqui no País, colocaram para ser o principal produto o leite líquido, concorrendo com o mercado consumidor de leite de vaca. Mas o que deveria ser trabalhado era o queijo, compatível com o mercado internacional.


Segundo o coordenador do Agrocapri, Wandrick Hauss de Sousa, a partir do próximo ano, a Emepa estará trazendo produtores para acompanhar as tecnologias e pesquisas que estão sendo trabalhadas nas Estações Experimentais, de modo que eles possam utilizá-las. O objetivo desse intercâmbio de conhecimento é desenvolver um modelo que seja 100% ajustado às condições dos produtores.



Secom

PB Agora


Fonte: Agrolink

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