Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

858 famílias vivem em assentamentos rurais

São cerca de 15 mil hectares destinados à agricultura familiar. Comercialização ainda é um desafio

Em tempos de expansão industrial e diminuição da população rural, 858 famílias lutam para manter suas raízes em 17 assentamentos da região administrativa de Sorocaba. Levando em conta uma média de quatro membros por família, são mais de 3.400 pessoas que vivem em 15 mil hectares, onde permanecem com a condição de fazer com que a terra dê frutos e proporcione alimentos para quem vive nas áreas urbanas.

O assentamento mais antigo da região é o Pirituba II, localizado entre Itaberá e Itapeva, com início oficial em 1984. No mesmo ano começou a ocupação de terras em Porto Feliz. Nos anos seguintes, outros assentamentos também foram criados em Itaberá, Itapeva, Avaré, Itapetininga e Iperó.

Além destes já implantados, há outras quatro fazendas em processo de desapropriação, segundo o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). São elas: a Santa Maria da Várzea, em Itapetininga; Ligiana, em Campina do Monte Alegre; Fazenda Cachoeira, em Sorocaba; e a Fazenda Sapituva, em Itapetininga.

Por se tratar de agricultura familiar, a produção nos assentamentos é diversificada. O forte da região são as frutas, como goiaba, uva, banana, limão e caqui; mas os assentados também são fortes na produção das chamadas olerícolas, como mandioca, alface, abobrinha, quiabo, repolho e couve-flor. Há também produção leiteira, animal, florestal e de grãos, como o feijão.

Segundo o último levantamento feito pela Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), a safra de 2011/ 2012 gerou um valor bruto de produção agropecuária de R$ 7,35 milhões para 812 famílias de 16 assentamentos acompanhados pelo Itesp. Esse valor, porém, reflete em uma média de R$ 1.960,50 mensais por família, sem descontar os custos de produção.

Comercialização

E os produtores só não vendem mais porque a comercialização ainda é um desafio. Os assentados já se organizam em cooperativas, que podem vender os produtos para programas governamentais, mas ainda enfrentam dificuldades desde o planejamento da produção, previsão de demandas, até empecilhos por parte das administrações públicas.

Entre os meios de comercialização estão a venda para centros de abastecimento - por meio de atravessadores que pagam um preço menor; as feiras-livres, mercados e os programas governamentais como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Programa Paulista de Agricultura de Interesse Social (PPAIS) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que fixam um limite anual de venda por produtor.

O supervisor técnico da diretoria de políticas de desenvolvimento do Itesp de Sorocaba, Edevando Moraes Ruas, dá o exemplo do PPAIS, criado em 2011, mas que ainda engatinha no cumprimento da lei 14.591/11, já que apenas algumas unidades penitenciárias já se adequaram ao programa. "Ainda é um desafio para os agricultores e para os que administram essas compras nas unidades", aponta.

Ruas comenta que o Itesp estimula os agricultores a produzirem os alimentos que possuem mais demanda e, por outro lado, orienta os órgãos estaduais a elaborarem a chamada pública levando em conta a realidade local. "Estamos buscando aproximar os administradores dos assentamentos. Por exemplo, quando pedem uma goiaba pequena para não precisar cortá-la em porções, eles precisam entender que estão solicitando um produto com agrotóxicos. As goiabas grandes dos agricultores familiares são mais saudáveis", exemplifica.

Orgânicos

Outra frente na qual os assentados da região estão avançando é na produção de orgânicos, totalmente livre de agrotóxicos e adubos químicos e que possuem preço de mercado, em média, 30% maior do que os convencionais. De acordo com o Itesp, 20 agricultores da região já aderiram à Organização de Controle Social (OCS), um dos três tipos de certificação existentes.

O supervisor técnico do Itesp explica que a OCS é um sistema composto por grupos de agricultores que se autofiscalizam, após cumprirem exigências técnicas verificadas pelo Ministério da Agricultura. Os produtores também precisam registrar suas ações na lavoura permanentemente. Há três OCSs na região, um grupo com oito pessoas no assentamento Carlos Lamarca, outro com seis no Bela Vista e mais seis pessoas no Ipanema.

Cruzeiro do Sul


Fonte: Agrolink

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