Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

FMI vê necessidade de mais 'aperto' no Brasil

No contexto de uma recuperação econômica mundial puxada pelas economias avançadas – em especial a dos Estados Unidos –, o Fundo Monetário Internacional (FMI) recomendou ao Brasil mais ortodoxia para compensar uma possível redução no apetite dos investidores estrangeiros por riscos.

Em um relatório macroeconômico divulgado nesta terça-feira, o Fundo avalia que a economia americana se encontra "livre de freios" para crescer e que as do núcleo da zona do euro estão "sólidas" e "em boa forma".

O raciocínio é que esta recuperação nas economias avançadas atraia recursos de investidores que hoje estão localizados nos países emergentes, como o Brasil. Para manter sua competitividade, o país precisa fazer o que o Fundo convencionalmente chama de "botar a casa em ordem".

"No Brasil, há a necessidade de dar continuidade às medidas de aperto. Apesar dos aumentos substanciais das taxas de juros, a inflação continua no teto da banda", diz o Panorama Econômico Mundial, divulgado na semana em que o FMI e o Banco Mundial realizam suas reuniões anuais de primavera (no hemisfério norte).

"Intervenções no câmbio devem ser mais seletivas, usadas primordialmente para controlar a volatilidade e evitar condições de mercado desordenadas. A consolidação fiscal ajudaria a conter a pressão da demanda doméstica e os desequilíbrios externos, ao mesmo tempo que contribuiria para reduzir a proporção relativamente elevada da dívida em relação ao PIB. Os gargalos de oferta precisam ser resolvidos."

'Freios relaxados'

A lista de recomendações do FMI não difere substancialmente dos alertas que o Fundo vem fazendo mesmo antes de o Federal Reserve, o Banco Central americano, começar a retirada gradual de estímulos à economia do país – uma espécie de "marco oficial" do início da retomada.

A autoridade monetária arrefeceu seu programa de injeção de dólares no mercado através da redução das compras de títulos americanos para US$ 55 bilhões por mês (contra US$ 85 bilhões no início do ano). E as expectativas são de que as taxas de juros comecem a subir em 2015.

A avaliação é de que a economia americana já não necessita de muletas para andar: o FMI prevê que o país cresça 2,8% neste ano e 3% no próximo.
Esse bom desempenho impulsionará a expansão das economias avançadas, que será de 2,2% em 2014 e de 2,3% em 2015, nas projeções do Fundo.

"A economia americana é a mais forte no mundo industrializado, e de certa forma está puxando o resto do mundo."
Olivier Blanchard, diretor de Pesquisa do FMI

O diretor de Pesquisa do FMI, Olivier Blanchard, disse que a economia mundial está se recuperando porque "os freios que antes estavam bloqueando a recuperação estão sendo relaxados". Nos Estados Unidos, onde esse processo é mais visível, segundo Blanchard, "a maioria dos freios já foi retirada". "As pessoas podem contrair empréstimos a taxas baixas, a consolidação fiscal é um risco menor, as taxas de juros permanecem baixas", listou Blanchard. "A economia americana é a mais forte no mundo industrializado, e de certa forma está puxando o resto do mundo."
Blanchard definiu a recuperação nos principais países europeus e no Reino Unido como mais modesta, porém "sólida". Nas economias na periferia da zona do euro, "os números de crescimento são positivos, o que é uma boa notícia", avaliou o especialista. "Mas não é hora de relaxar."

Brasil

O crescimento da economia global foi projetado para 3,6% neste ano e 3,9% no ano que vem.
Já para a economia brasileira o Fundo rebaixou as previsões neste ano e no próximo, realinhando as suas projeções com o mercado. Os técnicos calculam que o país vai crescer 1,8% em 2014 e 2,7% em 2015 – redução em relação à projeção de janeiro de meio ponto percentual e 0,2 ponto percentual, respectivamente.
As apostas do mercado, segundo o boletim Focus, do Banco Central brasileiro, são de 1,63% para este ano e 2% para o ano que vem.

O crescimento será inferior à media dos países emergentes calculado pelo FMI: 4,9% em 2014 e 5,3% em 2015.
"A atividade (econômica) no Brasil continua lenta. A demanda está sendo apoiada pela recente desvalorização do real e pelo aumento da renda e do consumo, que ainda continua. Mas o investimento privado permanece fraco, refletindo parcialmente a baixa confiança dos empresários", descreveram os técnicos do FMI.

Apesar deste cenário, o país tem poucas escolhas além de apertar os cintos para combater a inflação, avalia o FMI. As projeções de aumento de preços para este ano são de 5,9% - um pouco abaixo dos 6,2% registrados em 2013 – e para o ano que vem, 5,5%.

No boletim Focus, os analistas do mercado esperam um IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 6,34% neste ano e de 5,84% em 2015.
Nos últimos meses, o mix brasileiro de políticas anti-inflacionárias "tendeu a se voltar para um aperto monetário", disse o Fundo, mas medidas de ortodoxia fiscal poderiam ajudar a retirar dinheiro de circulação, reduzir o endividamento do país e criar um ambiente econômico mais sustentável.

BBC Brasil


Fonte: Agrolink

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