Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Dia de campo apresentou sistema de integração diferenciado para o Bolsão de MS

O sistema de integração lavoura, pecuária e floresta proporciona ao produtor rural maior competitividade, produtividade, receita líquida, viabilidade e retorno do investimento inicial. A conclusão é do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), Eduardo Riedel, durante o 5º Dia de Campo ILPF, promovido pela Fazenda São Mateus, em Selvíria. O evento apresentou um sistema diferenciado próprio para a região do Bolsão.

Segundo as informações da Embrapa Agropecuária Oeste, o Bolsão em MS, localizado na Costa Leste abrange uma área de 8,3 milhões de hectares, onde as principais culturas são silvicultura e pecuária de corte. O solo apresenta geralmente baixa fertilidade natural.

No Dia de Campo, o ILPF apresentado é denominado Sistema São Mateus e o diferencial é que neste procedimento o produtor implanta pasto temporário no início do período chuvoso. Com isso, ocorre a adequação da terra, o desenvolvimento das raízes das forrageiras e a formação da cobertura da palha para o plantio direto da soja. A partir de então o produtor intercala um ano de soja e dois de pastagens.

A fazenda São Matheus, propriedade do organizador do evento, Mateus Arantes, serve de exemplo para os produtores que desejam aderir ao novo sistema. Em 1900, a propriedade se dedicava a recria e engorda. Em 2000, começou com o sistema ILPF, cinco anos depois adotou melhoramento genético do gado. “Comecei a utilizar o ILPF com apenas 100 hectares e de forma rudimentar. Para o desenvolvimento da minha propriedade tive que investir em tecnologia, recuperação de áreas degradadas, gestão de propriedade, entre outros métodos”, ressaltou.

O uso da tecnologia também é considerado pelo presidente do Sistema Famasul, Eduardo Riedel, como desafio para o sucesso do empreendimento rural. “É fundamental a absorção do pacote tecnológico para o desenvolvimento deste sistema, assim como o Dia de Campo, que é o momento de troca de informações e de acesso aos pesquisadores”.

O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Ademir Hugo Zimmer, afirmou durante o evento que o produtor deve utilizar uma boa estratégia inicial para evitar prejuízos. “Quando o produtor for escolher o eucalipto, tem que optar pelo de melhor qualidade. O uso das árvores traz inúmeros benefícios, como aumento da umidade do solo, queda na temperatura local, com redução de até 5ºC e a melhora do conforto do animal. O produtor produz melhor e também melhora o meio ambiente”.

O presidente do sindicato Rural de Três Lagoas, Pascoal Secco, enfatizou que é cada vez a maior a participação dos produtores rurais ao sistema. “O ILPF vem sendo difundido no município e o interesse foi despertado após o Mais Inovação, programa desenvolvimento pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/MS, voltado à recuperação de áreas degradadas e incentivos aos empreendedorismo rural”.

Também participaram do Dia de Campo o presidente da Associação dos Produtores de Soja de MS (Aprosoja/MS), Mauricio Saito, os diretores secretário e tesoureiro do Sistema Famasul, Ruy Fachini e Almir Dalpasquale, respectivamente, o superintendente do Senar/MS, Rogério Beretta, e o professor e vice-presidente da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Edson Lazarini.

Agora MS


Fonte: Agrolink

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