Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Leite da agricultura familiar será processado por laticínio no sertão baiano

Leite da agricultura familiar será processado por laticínio inaugurado no sertão baiano

Representando o secretário de Agricultura, Jairo Carneiro, o diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Paulo Emílio Torres, inaugurou um novo laticínio com serviço de inspeção para o Estado, no último sábado (22.03), no distrito de Riacho da Onça, em Santaluz. O objetivo da implantação do empreendimento é adquirir matéria-prima da agricultura familiar da região e promover a ampliação da oferta de produtos seguros e de qualidade, dando sustentabilidade para a cadeia produtiva do leite.

O laticínio Casa Grande é resultado do investimento privado de aproximadamente R$ 1 milhão e está localizado estrategicamente para atender a demanda da região. A indústria tem potencial de recebimento e processamento de 30 mil litros de leite por dia, suprindo demanda de produtos inspecionados locais e de municípios circunvizinhos. Os proprietários Valdecleidson Peixoto, mais conhecido por Bodó, e sua esposa Cilene Araújo, explicam que o recebimento de Leite atual é de 8 mil litros/dia devido aos reflexos da seca. O processo de implantação da indústria teve início em 2013, ano em que a forte seca atingiu a Bahia e o Nordeste do Brasil.

Para Torres os investimentos privados constituem uma forte ferramenta para a inclusão social, geração de emprego e renda, além de impulsionar o mercado regional, contribuindo para o crescimento do segmento do setor agropecuário na região. “Lembro que a sustentabilidade faz parte dos critérios de aprovação do projeto. Nosso objetivo é esclarecer, orientar e fazer com que o laticínio tenha condições de funcionar, respeitando aspectos econômicos, técnicos, higiênicos e ambientais”, ressaltou o diretor geral da Adab durante a cerimônia de inauguração, sem deixar de citar a importância da atividade de inspeção no processo de produção das indústrias de leite e derivados.

Ao saber que o lacticínio inaugurado irá adquirir a matéria-prima da agricultura familiar, o secretário de agricultura, Jairo Carneiro, reforçou a importância do trabalho realizado pelo Plano Leite Bahia da Secretaria. “Trabalhamos para fazer com que a Bahia alcance a sustentabilidade e autossuficiência na produção leiteira e, consequentemente, produzir derivados com mais qualidade”, completou. A Bahia é detentora do maior rebanho leiteiro e ocupa o primeiro lugar na produção de leite do Norte e Nordeste do Brasil.

“Não existe um produto lácteo de qualidade se a matéria-prima não for de boa procedência e iniciativas como essas constituem uma forte ferramenta para a saúde pública”, alertou o diretor de Inspeção de Produtos Agropecuários, Adriano Bouzas. “Hoje os fornecedores de leite da região buscam se adequar às normas sanitárias preconizadas pela legislação vigente para fornecer a matéria-prima dentro dos padrões tecnológicos e higiênicos sanitários exigidos”, completou, informando que, desde 2011, a Seagri/Adab também tem incentivado a legalização dos pequenos fabricos que trabalham a margem da legalidade.

“Por isso o trabalho que a Adab vem fazendo para qualificar o fornecimento de produtos lácteos e conscientizar a comunidade sobre a importância de adquirir, comercializar e consumir leite inspecionado mereceu elogios dos produtores e empresários do setor durante o evento”, finalizou o coordenador de Projetos Especiais da Adab, Adilson Pinheiro.

O Parque Industrial leiteiro da Bahia conta agora com 173 empresas registradas no Serviço de Inspeção Estadual e Federal (SIE e SIF). São 143 no SIE e 30 no SIF, agregando valor e qualidade ao produto lácteo.

Grande Bahia


Fonte: Agrolink

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