Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Milho: Cereal é o que mais flutua

Nas últimas seis safras, por exemplo, cultura alternou ciclos de alta e baixa e expandiu área 3 vezes mais que a soja

MARIANNA PERES

Na hora de traçar o planejamento do que plantar no próximo ciclo, a opção pelo milho deve ser a mais difícil de ser tomada pelo produtor mato-grossense, já que o grão além de ter menos liquidez em relação à soja, é mais vulnerável às pressões de mercado e a exemplo do que ocorreu em maio de 2012, pode elevar as cotações do dia para noite, em função da confirmação dos problemas climáticos sobre as lavouras norte-americanas naquela safra. Os números mostram esse vai e vem do cereal, em Mato Grosso. Nas últimas seis safras a área plantada encolheu a cada dois anos, enquanto a soja manteve trajetória ascendente.

Nesses últimos seis anos, em Mato Grosso, a cultura foi a que mais oscilou em comparação com a performance da soja e foi a que mais cresceu territorialmente no período: 93,30%, enquanto a superfície dedicada à sojicultura variou positivamente, 33,4%. Utilizado como opção de larga escala na segunda safra mato-grossense, mesmo ‘temperamental’, o grão produzido na safrinha fez Mato Grosso atingir mais um recorde para sua agrocoleção, agora o de maior produtor de milho do país, mesmo com a oferta limitada à segunda safra.

Conforme análise do Diário sobre o banco de dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a cultura – que é semeada após a colheita da soja, que é a principal do calendário agrícola – ocupou no período, em média, 36% da área que foi primeiramente coberta com a soja. No entanto, as oscilações mostram que o cereal atingiu cobertura abaixo de 30%, na safra 2008/09 e foi ao recorde de 46,77% na safra 2012/13. Em 2008/09, foram cultivados no Estado 5,70 milhões de hectares (ha) de soja, dos quais 1,67 milhão voltaram a ser semeados com milho. Na safra passada, a soja ocupou 7,91 milhões, dos quais 3,70 milhões receberam milho. Para esta safra, o Imea estima que dos 8,29 milhões ha de soja, 39% sejam aproveitados com o cereal, o que daria uma área plantada de 3,24 milhões ha. Como o Imea deve rever a projeção em função de atrasos na colheita da soja, em função da chuva, e do encerramento da janela do milho, é possível que a proporção de reaproveitamento da área seja ainda menor. De qualquer forma, a atual perspectiva é a menor dos últimos dois anos para Mato Grosso e a média volta ao patamar das safras 2008/09, 2009/10 e 2010/11.

Em relação ao preço e à produtividade, o cereal também oscila. Beneficiado pelo regime de chuvas, a rentabilidade por hectare passou de a 103 sacas na safra 2011/12, 102 sacas ano passado e para este ciclo estimam-se 87,6%. Em 2009/10, foram 66,8 sacas.

Sobre as cotações, a saca foi do céu ao inferno em uma safra. Depois de cerca de R$ 20 em setembro de 2012, chegaram abaixo de R$ 10 no ano passado, justamente em uma safra que o custo de produção variou entre R$ 12 e R$ 16. Como disse um produtor que preferiu o anonimato, “O milho e salvação ou perdição da lavoura. O lucro de safra depende dele”.

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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