Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Produtos da cana podem contribuir para avanços econômicos na África

De olho no exemplo brasileiro, países africanos identificam nos produtos da cana a oportunidade para diminuir a dependência dos combustíveis fósseis, fortalecer sua segurança energética e gerar desenvolvimento econômico. O debate sobre os benefícios de se ter uma indústria sucroenergética forte e atuante foi foco da visita de uma delegação de representantes do serviço público de diversos países da África à sede da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), em São Paulo, na quarta-feira (26.02).

O grupo, formado por autoridades de dez países africanos, veio ao Brasil em busca de conhecimentos sobre os principais setores da economia do País, entre eles a indústria de cana-de-açúcar. Na UNICA, eles foram recebidos pelo diretor de Comunicação Corporativa da entidade, Adhemar Altieri, que conduziu uma apresentação sobre a indústria canavieira dando enfoque à atual conjuntura do mercado doméstico, o desenvolvimento de programas de biocombustíveis no mundo e as práticas sustentáveis adotadas para a produção de etanol.

Altieri respondeu ainda aos questionamentos dos visitantes, interessados principalmente no processo usado para a obtenção da bioeletricidade, e na chegada da produção em escala comercial do etanol celulósico, também conhecido como de segunda geração (2G).

O chefe do Serviço Público e Secretário de Gabinete de Uganda, John Mitala, manifestou curiosidade por saber como o setor irá conciliar a produção do 2G com a geração de bioeletricidade, já que ambos dependem do bagaço. “A usina que trabalha com os dois produtos não corre o riscos?” indagou Mitala.

Altieri destacou que a evolução tecnológica deve eliminar esse tipo de problema. “Caldeiras modernas produzem mais e utilizam menos bagaço. Além disso, com o fim da queima nos canaviais, temos também a palha como biomassa tanto para a produção do etanol celulósico quanto da bioeletricidade,” explicou.

O interesse africano pela indústria sucroenergética brasileira vêm de longa data. Entre 2010 e início de 2014, a UNICA recebeu cerca de 50 delegações de diversos países da África em sua sede.

“A África possui elementos agroclimáticos propícios para alavancar a produção de cana e de seus produtos. O etanol pode ser uma importante ferramenta de desenvolvimento econômico para as áreas rurais, gerando emprego, diminuindo o consumo do petróleo e a necessidade de importação de petróleo, melhorando a qualidade do ar e aumentando o acesso à energia elétrica,” explicou o executivo da UNICA.

Participaram da visita representantes de diversos setores do serviço público de Quênia, Tanzânia, Uganda, Malaui, Ilhas Seicheles, Suazilândia, Zimbábue, Zâmbia, Namíbia e Moçambique.


Fonte: Agrolink

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