Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

MT: Disseminação da mosca branca preocupa

Manejo e monitoramento são essenciais na prevenção da praga que está presente em todas as regiões do estado

A rápida disseminação da mosca branca está preocupando os produtores em Mato Grosso e somando custo na gestão das lavouras. Dentre as principais causas está a falta de manejo que prejudica o controle.

No município de Nova Mutum as lavouras estão infestadas, conta o produtor Emerson Zancanaro. “O nível de insetos é alto e por conta do tempo seco, semanas atrás, dificultou as aplicações que não tem tido bons resultados, 30% das moscas ficam pra trás”.

Presente em todas as regiões do estado, na soja de ciclo tardio, o inseto tem gerado adição de custos por conta das aplicações extras para combatê-lo. Produtores relataram que em média foram três aplicações, o que representa um custo de aproximadamente U$ 51 por hectare, sendo U$ 17 por aplicação, segundo o produtor de Diamantino, Roger Rodrigues.

Controle – De acordo com a entomologista da Fundação de Apoio a Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso, Fundação MT, Lúcia Vivan, é preciso manejo. “Se você fez o manejo correto, mas os vizinhos próximos a sua lavoura não, o trabalho é perdido, pois, os adultos acabam migrando e se instalando na sua lavoura. Este deve ser um trabalho em conjunto”, explica.

O que complica um pouco mais é a dificuldade no controle da praga. “A dispersão entre as culturas, seu alto potencial reprodutivo, o hábito polífago (se alimenta de diversas fontes), a resistência a inseticidas e o seu comportamento de se alimentar e viver na superfície das folhas contribui para a complexidade e dificuldade de controle”, complementa a pesquisadora.

A situação se agrava ainda mais porque em algumas regiões os produtores estão cultivando soja safrinha no lugar do milho, o que possibilita o aumento da resistência das pragas. Segundo ela, nos municípios de Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Sapezal já havia presença da praga desde o início da safra, mas em algumas áreas, a população aumentou muito.

A orientação é que os produtores eliminem as plantas hospedeiras. “Depois de destruir as possíveis hospedeiras, orientamos que sejam plantadas gramíneas nessas áreas para diminuir a população. Plantas daninhas que podem hospedar a mosca também devem ser retiradas. Tudo deve ser feito principalmente pensando na próxima safra”, finaliza a entomologista.

Recomendação – A Aprosoja frisa a importância do manejo integrado e do monitoramento constante das lavouras na prevenção de possíveis doenças e pragas. As constatações são a partir de visitas feitas nas propriedades de diversas cidades em Mato Grosso. Essas visitas fazem parte do projeto Fundação MT em Campo 2014, onde pesquisadores de diferentes áreas avaliam a safra atual de soja.

Cooperação científica - O secretário de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Rodrigo Figueiredo, e o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, assinaram na sexta-feira (21), em Brasília (DF), um protocolo de intenções para cooperação científica, e formalizaram a parceria das instituições na condução do Programa Nacional de Melhoramento Genético Preventivo (Agropreventivo).

O Programa objetiva o desenvolvimento de variedades de plantas com resistência genética a pragas quarentenárias de alto risco para a atividade agrícola, antes que elas efetivamente entrem no território brasileiro, com consequências negativas para a competitividade do agronegócio nacional, a exemplo de barreiras fitossanitárias.

O presidente da Embrapa lembrou que o risco de entrada de patógenos exóticos, com potencial de causar dano à produção agrícola, é atualmente maior, dada à mobilidade de pessoas, veículos e produtos agropecuários – e, com eles, de possíveis pragas, doenças e contaminantes. Além disso, a dimensão continental do Brasil e as fronteiras com países nos quais alguns patógenos foram detectados são sinais de alerta.(com assessoria)

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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