Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Paraná quer dobrar exportação de carne

Fim de embargo russo a dois frigoríficos do estado deve elevar embarques de carne bovina para mais de 40 mil toneladas em 2014

Igor Castanho

Estagnadas há mais de cinco anos, as vendas externas de carne bovina do Paraná devem dobrar em 2014. A expectativa está sustentada na reabertura do mercado russo — segundo maior comprador da proteína brasileira — para dois frigoríficos instalados no estado.

O Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Fitossanitária do país (Rosselkhoznadzor) reabilitou na última semana os abatedouros Astra, de Cruzeiro D´Oeste, e VPR, de Colorado, à exportação. As duas empresas afirmam que vinham fazendo altos investimentos para se adequarem às normas sanitárias da Rússia, considerado um dos consumidores mais exigentes da atualidade.

Com a abertura do mercado às companhias paranaenses, o setor produtivo e o próprio governo calculam que os embarques devem superar as 40 mil toneladas neste ano. O número tende a ser maior, já que há um esforço da cadeia produtiva para conquistar outros mercados, como Irã e Israel.

No ano passado, 22 mil toneladas da carne de boi do Paraná foram destinadas a compradores externos. Se a meta para este ano for alcançada, o estado recupera o volume pré-crise da aftosa, em 2005. O desempenho estadual foi agravado em 2011, quando o JBS decidiu fechar as portas de sua unidade em Maringá (Noroeste). A planta era a única do estado habilitada à exportação.

Adequação

Depois de investir mais de R$ 40 milhões na adequação de suas estruturas, os dois frigorífico habilitados esperam que as vendas deem um salto no curto prazo. O Astra foi o que fez o maior investimento: foram R$ 35 milhões em quatro anos para adaptar a planta de 12 mil metros quadrados às exigências internacionais, segundo o proprietário, Jeremias Silva Júnior.

“As vendas para os russos devem começar em 15 dias. A intenção é negociar 2 mil toneladas por mês, o que garante um crescimento de 30% nas vendas”, revela. O reforço no comércio também vai exigir a abertura de um turno extra de trabalho e a contratação de mais 200 funcionários.

O VPR Brasil, por sua vez, investiu R$ 6 milhões. A empresa já exporta para a Rússia por meio de uma unidade no Paraguai, conta Jeferson da Luz Gonçalves, gerente geral. “Como temos clientes na Rússia, será mais fácil negociar. Isso vai dar mais segurança e estabilidade ao negócio”, avalia. A meta é destinar 70% da produção para o mercado internacional.

“A Rússia é um país que compra bastante e paga em dia. Com essa abertura será possível ampliar o volume de exportações e obter preços mais altos para os pecuaristas”, avalia Antônio Jorge Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). O dirigente explica que há benefício para toda a cadeia produtiva, pois com demanda garantida há incentivo para aumento da produção no campo.

Gazeta do Povo (AgroGP)


Fonte: Agrolink

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