Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Conab vai comprar 35 mil toneladas de feijão no Paraná

O Paraná foi um dos estados contemplados pelo governo federal para compra de feijão de cor diretamente dos produtores rurais. A Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) vai comprar um total de 35 mil toneladas do produto do pequeno e médio agricultor no Estado, para garantir o pagamento do preço mínimo do produto. Atualmente, o mercado está pagando ao produtor de feijão cerca de 20% abaixo do preço mínimo.

A iniciativa atende ao pleito do secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, enviado na semana passada para que o governo federal acionasse imediatamente as compras institucionais de feijão para evitar que os preços despenquem ainda mais no mercado com a colheita da segunda safra no Paraná.

Na última sexta-feira (7) o Conselho Interministerial de Estoques Públicos (Ciep) autorizou o governo federal a comprar feijão da agricultura empresarial e dos produtores familiares ao longo desse mês de fevereiro e dos meses subsequentes, de forma a garantir o preço mínimo de R$ 95,00 a saca de 60 quilos.

Segundo a Conab, serão aplicados R$ 101 milhões na aquisição de 64 mil toneladas de feijão da agricultura empresarial e mais R$ 57 milhões para compra de 31.600 toneladas de feijão da agricultura familiar. “Aliás essa é a primeira vez que a Conab estará atuando no mercado para assegurar o preço mínimo do feijão para a agricultura familiar”, lembra Ortigara.

O Paraná é o maior estado produtor de feijão do País e por isso está sendo o maior beneficiado com a compra do produto. Das 95 mil toneladas que serão compradas da agricultura empresarial e da agricultura familiar, 35 mil t sairão desse Estado.
Conforme a programação da Conab, deverão ser comprados da agricultura empresarial um volume de 20.500 toneladas de feijão no estado de Goiás; 600 toneladas em Minas Gerais, 16 mil toneladas no Paraná; 13,7 mil toneladas em Santa Catarina e 13,6 mil toneladas no estado de São Paulo.

Nesse caso, a compra de feijão será limitada em 750 sacas por produtor nas regiões Norte, Sudeste e Sul. Para os produtores da região Centro-Oeste, o limite será de 1 mil sacas e para o Nordeste, de 100 sacas.

Para a compra dos agricultores familiares o limite será até 100 sacas por produtor em qualquer região. Está prevista a compra de 650 toneladas em Goiás; 650 toneladas em Minas Gerais; 19 mil toneladas no Paraná; 6,4 mil toneladas em Santa Catarina e 5 mil toneladas em São Paulo.

A Conab recomenda ao produtor interessado em vender o feijão para o governo federal que procure uma das regionais da empresa, onde receberá indicação para entrega do produto num armazém credenciado. O feijão deverá ser entregue limpo, seco e nos padrões previstos no Manual de Operações da Companhia, disponível no endereço eletrônico: www.conab.gov.br/conabweb/moc.php, título 50.
Após depositado o produto, o agricultor deve informar a Companhia para que o feijão seja classificado. Se estiver dentro dos padrões será emitida a nota fiscal e autorização para o pagamento de R$ 95,00 o saco de 60 quilos.

Agrolink com informações de assessoria


Fonte: Agrolink

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