Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Em 2013, Terra Legal entregou de mais 5 mil títulos na Amazônia Legal

O Programa Terra Legal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) que atua na regularização fundiária de terras federais na Amazônia Legal entregou no ano passado 5.111 títulos para agricultores familiares dos nove estados da região - Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Em relação ao ano de 2012, o número de títulos emitidos pelo programa foi ampliado em 115%. Desde 2009, quando foi criado o programa, o MDA já entregou títulos definitivos para 8.672 agricultores.

Sérgio Lopes, secretário de Regularização Fundiária na Amazônia Legal (Serfal/MDA), ressalta que, mesmo ampliando o número de títulos emitidos, o Terra Legal manteve o alto padrão de qualidade em seu trabalho. “Conseguimos ampliar a emissão e entrega de títulos sem perder a qualidade, isto é importante para assegurar o controle público sobre o território. Outra grande conquista foi o trabalho conjunto entre regularização fundiária e regularização ambiental”, avalia.

Uma das contempladas com o título definitivo é a agricultura familiar e professora Jéssica Mendes Santos, 23 anos, que mora na chácara Belíssima, na zona rural de Senador La Rocque, no Maranhão. Na propriedade de cinco hectares, além de manter uma horta para o consumo diário, a jovem também cria gado com a ajuda da família. “Com o título tudo mudou. Depois que fiz o registro em cartório consegui acessar o empréstimo do Pronaf que vamos usar para melhorar a produção. Agora temos a certeza de um futuro melhor”, observa Jéssica.

Com o documento emitido pelo MDA, os agricultores familiares tem maior segurança jurídica, já que com o título o Governo Federal reconhece o direito sobre a propriedade. Além disso, o título também é a porta de entrada para políticas públicas, como os programas de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de Habitação Rural. Ainda é possível utilizar seu título como garantia para financiamento de crédito rural junto a instituições financeiras.

“Este trabalho representa a presença forte do poder público na questão da regularização fundiária. Mais do que o título da propriedade, o MDA quer dar condições para que as famílias permaneçam no campo, fazendo com que as comunidades se desenvolvam”, explica Sérgio Lopes, ao lembrar a parceria entre o MDA e Caixa Econômica Federal para execução do Programa Minha Casa Minha Vida Rural. Pelo acordo, o ministério disponibiliza para o banco a base de dados geoespaciais do Terra Legal, facilitando a identificação das famílias que podem ser beneficiadas por essa política pública.

Na avaliação da superintendente de Regularização Fundiária da Amazônia Legal, Shirley Nascimento, o bom resultado do Terra Legal em 2013 se deve a dois fatores: modernização do processo e capacitação das equipes do programa nos estados. “Com a implementação do Sistema de Gestão da Malha Fundiária, modernizamos a gestão das terras federais na Amazônia Legal , o que agiliza o processo de destinação e garante mais segurança e transparência no processo. Aliado a isto, no último ano, realizamos diversos treinamentos com equipes do Terra Legal, capacitando os servidores para um trabalho mais ágil”, atenta a superintendente ao assinalar que o bom resultado do programa deve se repetir este ano.


Mateus Zimmermann

Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário


Fonte: Agrolink

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