Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Antecipação do ciclo da soja em Goiás impulsiona investimentos em milho

Gustavo Bonato

RIO VERDE, Goiás - A antecipação da colheita de soja no sudoeste de Goiás está criando oportunidade para o plantio de uma "safrinha" de milho na janela ideal de clima, com uso de alta tecnologia e indicativo de produção acima do ano passado, disseram produtores e especialistas.

"A soja adiantou muito", disse o produtor Lúcio Carvalho, que já começou a colher seus 2.500 hectares plantados com soja na região de Rio Verde, polo agrícola goiano.

As lavouras precoces de Goiás --quarto principal Estado produtor de soja do país-- sofreram com quase um mês sem chuvas entre dezembro e janeiro, o que antecipou a maturação em até 7 ou 10 dias, dependendo do caso.

Com isso, os produtores têm mais chances de plantar uma segunda safra com milho, após a colheita da soja, dentro do período ideal de clima, que é até meados de fevereiro.

A procura por sementes de milho disparou na região nos últimos dias.

"Quem está correndo atrás agora é o produtor que não sabia se ia colher a soja numa janela viável", disse Adenilton dos Santos, gerente de negócios do Grupo Tec Agro, que distribui sementes na região de Rio Verde.

Entre os quatro principais Estados que plantam o chamado milho "safrinha", Goiás possivelmente será o único que elevará a produção em 2014 ante 2013, em meio a preços da commodity pouco interessantes. A consultoria Agroconsult estima aumento de 11 por cento, para 4,4 milhões de toneladas.

Enquanto isso, no total do país, a produção da segunda safra de milho deverá cair 7 por cento, para 44,1 milhões de toneladas, pressionada principalmente por uma redução de tecnologia e produtividade em Mato Grosso, segundo a Agroconsult.

"A seca encurtou o ciclo da soja, e o plantio do milho até 15 de fevereiro, na melhor janela, permite um potencial de até 150 sacas (de milho) por hectare", disse o analista André Pessôa, da Agroconsult, que percorre nesta semana as lavouras de Goiás e Mato Grosso na expedição técnica Rally da Safra, acompanhada pela Reuters.

As lavouras que conseguirem atingir as 150 sacas por hectare vão se aproximar da média dos agricultores norte-americanos, os que mais produzem milho no mundo.

De qualquer forma, os produtores do sudoeste de Goiás dizem que só entram na safrinha de milho se for para colher muito, aproveitando a janela ideal, com sementes de alta produtividade e adubação adequada.

Com os preços do cereal pressionados, um plantio de milho com baixa produtividade não pagaria os investimentos.

"Eu cortei a baixa e a média tecnologia", disse o produtor Lúcio Carvalho.

Na fazenda dele, é preciso atingir uma produtividade de 125 sacas de milho por hectare e vender no mínimo a 18,50 reais por saca para garantir rentabilidade. "É arriscado", ponderou o agricultor.

Agentes de mercado ouvidos pela Reuters na região disseram que uma saca de milho está sendo negociada na região, atualmente, entre 18 e 19 reais.


Reuters


Fonte: Agrolink

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