Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Elas desafiam o mercado

Conheça as oportunidades e os desafios que levaram as mulheres a conquistar os canteiros de obras e obter posição de destaque em atividades antes dominadas por homens

Elas ocupam posição de destaque nos postos de coordenação nas grandes companhias e já assumem boa parte dos cargos de supervisão, igualando-se, muitas vezes, aos seus concorrentes do sexo oposto. Administram muito bem o seu tempo entre a vida familiar e a profissional, mostrando que é possível ser boa esposa, mãe, dona de casa e, ainda, ser protagonista de uma carreira bem-sucedida.

Mas não é somente nos cargos de liderança que as mulheres surpreendem. Na construção civil, por exemplo, elas desafiam o preconceito e provam que têm capacidade para atuar como pedreiras, pintoras, eletricistas, operadoras de guinchos, soldadoras ou serventes de obras. E os resultados? “São excelentes. Elas têm um perfil detalhista, são cuidadosas, respeitam a hierarquia e são organizadas”, responde o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção e de Artefatos de Concreto Armado do Oeste (Sinduscon), José Brill Wolff.

Wolff, que tem 12% da mão de obra de sua empresa (JBW Construções) formada por mulheres, realça que o ingresso delas nos canteiros da construção está relacionado à falta de profissionais do gênero masculino aliada à expansão do setor que vem obtendo expressivo crescimento nos últimos anos em função do aumento da renda, do crédito imobiliário e dos programas de habitação. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados no Portal da Federação das Indústrias do Estado de SC (Fiesc), a indústria da construção civil emprega mais de 105 mil trabalhadores em seus 12.169 estabelecimentos catarinenses. Somente em 2012, o setor contratou mais 3.250 trabalhadores, o que representou um acréscimo de 3,15% no contingente de mão de obra do início de janeiro ao fim de dezembro.

Em Chapecó – cidade polo do oeste - a instalação de projetos de diversas empresas dos segmentos da indústria, comércio, serviços e universidades também justificam o crescimento do setor e, consequentemente, a ampliação no número de vagas de trabalho. Somente nos 22 municípios da área de abrangência do Sinduscon, são aprovados 2.000 projetos por ano, que ocupam mais de 610 mil metros quadrados de área construída. Dados do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Chapecó (Siticom) apontam a existência de mais de 5.880 trabalhadores na construção civil no município. Destes, mais de 500 são mulheres, índice que comprova o crescimento da população feminina na área.

A presidente do Siticom, Izelda Oro, justifica que o mercado da construção civil atrai a mulher pela flexibilidade no horário de expediente, o que facilita na organização das tarefas familiares, e pelas perspectivas de crescimento na empresa. “Elas são organizadas, não faltam ao trabalho e, geralmente buscam mais qualificação que os homens. Temos vários exemplos de profissionais que se qualificaram e hoje atuam em cargos de destaque, entre eles, o de mestre de obras”.

Para estimular ainda mais a participação da mulher nesse mercado, a presidente do Siticom sugere aos empresários a criação de algumas vagas com carga horária de meio período. Ela acredita que as empresas ganharão em produtividade, pois essas profissionais trabalharão descansadas psicologicamente, por terem mais tempo para conciliar trabalho e os afazeres familiares.

Novo Desafio

Casada e mãe de três filhos, a servente de obras da Construtora Topcon Geni Camargo já trabalhou como empregada doméstica e operária em uma indústria de plástico e em uma indústria frigorífica. Ela revela que nunca havia pensado em atuar na construção civil, no entanto, hoje diz não trocar a atual função por um trabalho em ambiente fechado.
Tudo começou há cinco anos quando Geni estava sem emprego e ouviu no rádio o anúncio de vagas para serventes de obras destinadas às mulheres. Ficou em dúvida, pois pensou que seria um trabalho árduo e que somente os homens pudessem dar conta. Mesmo assim, resolveu apostar neste novo desafio. ”Hoje me sinto orgulhosa quando observo uma obra finalizada e sei que fui importante em todas as fases da construção”, afirma ao apontar para um edifício recém-finalizado no bairro Líder em Chapecó.

Ela acrescenta, ainda, que o salário costuma ser melhor que as demais áreas. “Se depender de mim, vou me aposentar na construção civil. O serviço não é repetitivo, o ambiente é agradável, há valorização e, além disso, não precisamos deixar de lado a vaidade feminina”, finaliza ao destacar que as mulheres não devem ter medo de ingressar neste segmento.

Escalando Degraus

Há pouco mais de dois anos, Ivanilda Fagundes, da Construtora Dimensão, foi personagem de uma reportagem denominada “Elas pegam no pesado”. Na época, aos 36 anos, ela atuava como servente de pedreiro e seu foco era investir em cursos e treinamentos, pois percebeu boas perspectivas em uma área que nunca imaginou trabalhar e, nem pensou que iria gostar tanto.

Hoje, Ivanilda está na mesma empresa, porém o cargo é outro. Desde a matéria jornalística produzida em 2011, ela foi promovida duas vezes: a primeira foi há cerca de um ano, quando concluiu o curso de pedreiro e seu cargo passou de servente de obras para meio oficial. A segunda promoção ocorreu recentemente, depois que recebeu o certificado de operadora de grua (equipamento utilizado para a elevação e a movimentação de materiais). Feliz, ela revela que não vai parar por aí: pretende concluir o ensino médio, buscar outros cursos e, com isso, subir mais alguns degraus em sua carreira.

O mestre de obras Dirceu Paulo Tamanho, está satisfeito com os resultados. Ele enfatiza que dois trabalhadores passaram pelo cargo de operadores de grua e não se adaptaram. “Ivanilda é uma profissional que se sobressai, pois é dedicada, está sempre em busca de novos cursos de qualificação e não tem medo de desafios”.

Empreendedorismo Feminino em Ascensão

Além da conquista de novas funções no mercado de trabalho, a mulher também é referência em outro quesito que está em ascensão: o empreendedorismo feminino. Segundo estudo do Sebrae, entre 2001 e 2011, o número de mulheres donas do próprio negócio aumentou em 21%, mais do que o dobro do crescimento verificado entre os homens. Denominada, “As Mulheres Empreendedoras no Brasil”, a pesquisa mostra que as empresárias estão mais escolarizadas, têm mais acesso a informações e ousam empreender em atividades antes predominantemente masculinas.

A engenheira e empresária Josane Schmitz que comanda, juntamente com o sócio, Claudiomiro Pereira, a Max Bogen – empresa especializada na área de reformas e construções de pequeno e médio porte, é um exemplo disso. Determinada e com objetivos claros de onde quer chegar, a empresária relata que seu empreendimento vem obtendo resultados significativos. “A liberdade de atuação e o poder de decisão não têm preço”, ressalta ao falar sobre a iniciativa de investir no próprio negócio.

A Max Bogen surgiu em dezembro de 2010 após Josane trabalhar em algumas empresas da indústria da construção. A ideia de investir em reformas surgiu porque a empresária percebeu um nicho de mercado na área. “Não queria ingressar em um ramo de concorrência desleal. Além disso, tenho fascínio por transformação”, relata.

Hoje, a equipe da empresa é formada por 19 profissionais, além de vários parceiros que atuam de forma terceirizada. O trabalho é desenvolvido, priorizando prazo, funcionalidade e acabamento. “Para que uma reforma seja viável, é preciso respeitar a relação custo e benefício, aproveitar o máximo da estrutura existente, criar um cenário que se ajuste aos espaços e suas necessidades e inovar transformando ambientes”, salienta Josane.

Formada há 20 anos, a empresária foi uma das cinco mulheres que cursaram a segunda turma de Engenharia Civil na Universidade de Passo Fundo (UPF). Ela conta que, na época, a maioria das mulheres seguia carreira na área de projetos. “Sempre preferi gerenciamento e execução”, relata ao lembrar que fez vários estágios nos canteiros de obras.

Segundo Josane, existia um pouco de preconceito na contratação de estagiário nessa área e, principalmente, dos trabalhadores que não aceitavam ser coordenados por uma mulher. No entanto, ao se formar, logo conseguiu trabalho e com salário compatível com o mercado. Antes de investir no próprio negócio, a engenheira trabalhou em várias empresas da construção civil e chegou a gerenciar cerca de 400 trabalhadores em uma mesma obra. “Quando a gente gosta do que faz, não cansa do trabalho e, isso, nos motiva a estudar, pesquisar, fazer novos contatos e, consequentemente, apresentar ao cliente, resultados que atendam as expectativas”, finaliza.

Qualificação e Formação Profissional

Chapecó tornou-se um importante polo econômico em diversos segmentos, entre eles, o da educação. Uma das alternativas para a capacitação e formação profissional é a Escola da Construção Civil do SENAI inaugurada em 2012 pelo Sistema FIESC. No que se refere à formação superior, um novo curso de Engenharia Civil terá início no primeiro semestre de 2014, na UNOESC Chapecó (Universidade do Oeste de Santa Catarina).


Fonte: Agrolink

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