Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Pesquisa avalia tempo de transporte de bovinos em Mato Grosso

O tempo de transporte de bovinos em Mato Grosso está acima do recomendado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Uma pesquisa que está sendo desenvolvida desde o início do ano pela Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat), identificou preliminarmente que a duração de alguns percursos, entre a fazenda e o frigorífico, leva cerca de 17 horas para ser feito, enquanto o indicado é de no máximo oito horas.

O veterinário da Acrimat, Leandro Cazelli, que desenvolveu o estudo em três regiões do estado, alerta para os problemas causados pela demora. “Quando o percurso é muito longo o animal pode ficar cansado e acabar caindo. Dependendo da quantidade de bovinos que estiverem sendo transportados, este animal pode ser pisoteado, sofrer várias lesões e acabar morrendo”.

Segundo Cazelli, as lesões em bovinos causam prejuízos aos criadores e estão relacionadas à maneira de embarque, à condução dos motoristas, a condição das carrocerias e das estradas. “Em uma entrega de 40 vacas, com um percurso de 300 quilômetros que durou 17 horas, a média de perda por cabeça devido à ocorrência de lesões foi de um quilo por animal. Na cotação de R$ 75 por arroba da época, o prejuízo total seria de R$ 200. Caso fosse uma entrega de 400 cabeças seriam R$ 2 mil perdidos”.

O veterinário explica que não é possível afirmar se há um período climático que pode ser considerado mais prejudicial ao transporte de bovinos. “No período de chuvas as estradas ficam em piores condições, mas a disponibilidade de animais para o abate é maior e a distância para a entrega acaba sendo menor. Na estação de seca a oferta de animais é reduzida então é preciso trazer bovinos de distâncias maiores com viagens demoradas”.

A distância dos pontos de entrega dos animais também influencia o resultado. “Em Sinop, por exemplo, muitos produtores mudaram a pecuária para a agricultura e os frigoríficos do município necessitam trazer os animais de distâncias cada vez maiores, porque não é possível transferir a indústrias para outros locais”, argumenta o veterinário.

Condições
Com relação aos piores trechos das estradas mais utilizadas por criadores de Mato Grosso, o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari, diz que elas estão concentradas na região norte. “As rodovias que passam por Juruema, Contriguaçu e Nova Monte Verde são as que estão mais ruins", aponta o representante.

Conforme levantamento da Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu), aproximadamente 2,9 mil quilômetros de rodovias estaduais de Mato Grosso estão com vida útil expirada ou em má condição para uso. A assessoria da secretaria informou ao Agrodebate que todos os anos durante o período chuvoso é feita uma operação tapa buracos, em caráter paliativo, para amenizar péssimas condições das vias.

A pesquisa
O projeto de acompanhamento desenvolvido pela associação em parceria com outras instituições, denominado “Na Medida”, começou em janeiro e a coleta de dados ocorreu até novembro, cobrindo as regiões norte, nordeste e médio-norte de Mato Grosso. Entre os objetivos estava a identificação das perdas ocasionadas por manejos inadequados e verificar quais as condições de transporte destes animais. O relatório final deve ser divulgado no início do ano que vem.

Agrodebate


Fonte: Agrolink

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