Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

29% dos alimentos analisados contém agrotóxicos fora do permitido

por Leonardo Gottems

Nada menos que 29% dos alimentos ‘in natura’ verificados pela Anvisa contém agrotóxicos fora do permitido por lei. A revelação consta em uma publicação da Embrapa Meio Ambiente intitulada “Análise das violações encontradas em alimentos nos programas nacionais de monitoramento de agrotóxicos”

“Em todos os anos de monitoramento é possível observar um número significativo de amostras classificadas como insatisfatórias, que englobam presença de agrotóxicos em níveis acima do Limite Máximo de Resíduos (LMR), com presença de agrotóxicos não autorizados para a cultura (NA)" ou ambos juntos, denuncia a análise, assinada por engenheiros agrônomos e químicos.

Os resultados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) 2009 mostraram um percentual alarmante de amostras com violações. Do total de 3.130 analisadas, 907 (29%) foram consideradas insatisfatórias pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A maioria (23,8% do total) é referente ao uso não autorizado de agrotóxicos na cultura analisada.

De acordo com o estudo, o percentual de violações variou de forma expressiva entre as culturas. As que apresentaram os maiores percentuais foram: pimentão, uva, pepino e morango. Os menores índices ficaram com banana, batata, feijão e maçã.

Para a Embrapa, os resultados “são recorrentes e não podem ser atribuídos a fatores casuais”. “O percentual de amostras insatisfatórias na cultura do morango, por exemplo, manteve-se acima de 35% desde 2002. As culturas de pimentão e uva, incluídas no programa em 2008, também apresentaram percentual de violações bastante elevado, correspondendo a 64,36% e 32,67% de amostras insatisfatórias”, afirma.

Os resultados indicaram que uma parte dos agrotóxicos não está sendo utilizada de acordo com as informações que constam no rótulo e bula destes produtos. São desconsideradas orientações sobre a dose recomendada, o número de aplicações e o intervalo entre a última aplicação e a colheita, entre outras.

Outro fator que explica as violações é a falta de produtos adequados no mercado. Muitas empresas que desenvolvem ou formulam agrotóxicos optam por não comercializar substâncias para culturas com menor retorno financeiro. Com isto, os produtores utilizam agrotóxicos não autorizados, em razão da falta de produtos registrados.

A Embrapa menciona ainda a presença de substâncias “banidas do Brasil, ou que nunca foram registradas”, como o heptenofos, clortiofos, PBO (piperonylbutoxide), dieldrina, azinfos-metílico, dodecacloro, parationa-etílica e monocrotofos. A constatação destas substâncias indica que pode estar ocorrendo “contrabando do ingrediente ativo, com posterior processo de formulação dentro do país; contrabando do produto formulado, pronto para comercialização; venda ilegal de agrotóxicos banidos no Brasil; e utilização de estoques antigos de agrotóxicos banidos”.

“É fundamental o fortalecimento de canais de comunicação que possibilitem um maior esclarecimento dos produtores, seja por intermédio dos serviços de extensão rural, da indústria de agrotóxicos ou de órgãos de capacitação, como o SENAR. Além disso, a fiscalização deve ser exercida constantemente por parte dos órgãos competentes. Neste quesito, a rastreabilidade é também um importante fator que pode agir conjuntamente com a fiscalização”, conclui.

Entre os autores da análise estão os engenheiros agrônomos Robson Rolland Monticelli Barizon (Doutor em Solos e Nutrição de Plantas), Claudio Aparecido Spadotto (PhD em Agronomia) e Manoel Dornelas de Souza (Doutor em Física de Solos). Também assinam a publicação as Ph. D. em Química Sonia Cláudia Nascimento de Queiroz e Vera Lúcia Ferracini.

Veja ainda: Justiça do RS manda supermercado rastrear origem de hortigranjeiros

Agrolink


Fonte: Agrolink

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