Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Queda acentuada no preço do leite em preocupa produtores de SC

Quatro meses em baixa
Queda acentuada no preço do leite em SC preocupa a FAESC

Mantém-se, pelo quarto mês consecutivo, uma acentuada queda nos preços pagos aos produtores pelas indústrias lácteas na aquisição de leite. A situação preocupa a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (FAESC) porque, em apenas 120 dias, a queda chega a 13,6%. Os valores de referência dessa matéria-prima, projetados para este mês de dezembro pelo Conselho Paritário Produtor/Indústria de Leite do Estado (Conseleite), reduziram 4,1%. No mês de novembro a redução foi de 7,28%, em outubro 1,7% e em setembro 0,5%.
Depois de sete meses de altas sucessivas e de ter atingido os maiores patamares dos últimos anos – o que incrementou a renda das famílias rurais em Santa Catarina – a acelerada retração revela que os preços estão recuando e retirando a lucratividade do setor, lamenta o vice-presidente do Conseleite e da FAESC, Nelton Rogério de Souza.
No primeiro semestre, a importação maciça de lácteos afetou o mercado interno, mas, atualmente, o motivo da depressão nos preços é outra. A queda do preço em Santa Catarina é decorrência do aumento da oferta de leite no mercado nacional pelos produtores do centro-oeste brasileiro, especialmente Minas Gerais e Goiás. “O regime de chuvas beneficiou aquela região com boas pastagens, o que antecipou em dois meses o aumento da oferta de leite no mercado doméstico, com a consequente queda geral nos preços”, expõe o dirigente.
A FAESC está preocupada com a desproteção dos produtores rurais porque, nessas condições de mercado em queda, as indústrias reduzem os valores pagos aos criadores para fechar suas contas, mas o produtor rural fica sem mecanismos de compensação. “Os custos de produção não recuaram, a inflação continua corroendo as margens de lucratividade e, para piorar, a produtividade está caindo em razão da chegada do verão e a queda de qualidade das pastagens”, relata Nelton. Em algumas regiões catarinenses essa diminuição é de 20%. Quem sai ganhando são os supermercadistas, pois o preço final ao consumidor não baixou na mesma proporção.
De acordo com projeção do Conseleite, os valores de referência baixam 4,1%, neste mês de dezembro, para o leite-padrão (R$ 0,7896 o litro), para o leite de qualidade acima do padrão (R$ 0,9080) e para o leite abaixo do padrão (R$ 0,7178).
Na segunda quinzena de janeiro de 2014, o Conselho volta a se reunir para anunciar os números definitivos de dezembro e a nova projeção mensal. Embora tenha esses valores como referência negocial, o mercado – como de praxe – está praticando preços superiores, mas também em movimento de queda.
Santa Catarina é o quinto produtor nacional, o Estado gera 2,7 bilhões de litros/ano. Praticamente, todos os estabelecimentos agropecuários produzem leite, o que gera renda mensal às famílias rurais e contribui para o controle do êxodo rural. O oeste catarinense responde por 73,8% da produção. Os 80.000 produtores de leite (dos quais, 60.000 são produtores comerciais) geram 7,4 milhões de litros/dia.
Foto 01 – Vice-presidente do Conseleite e da FAESC, Nelton Rogério de Souza

Agrolink com informações de assessoria


Fonte: Agrolink

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