Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Preços em baixa seguram venda futura da soja em Mato Grosso

Leandro J. Nascimento

Um mercado pouco atrativo, com preços da soja em baixa, está segurando a venda futura da safra 2013/14 em Mato Grosso, principal produtor brasileiro. Até outubro, 44,4% das 25,6 milhões de toneladas que serão colhidas em 2014 foram comercializadas, indica o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

O desempenho desta edição é oposto ao registrado na última safra (2012/13) quando, nesta mesma época do ano, mais que a metade da produção estadual já tinha comprador. A diferença negativa entre uma época e outra chega a quase 20 pontos percentuais.

“O ritmo mais lento ocorre devido ao preço pouco atrativo e que ainda está, em muitos casos, abaixo do custo de produção. Desta forma, o produtor só comercializa o extremo necessário, mas o que pode ser algo bastante arriscado, visto que o mercado não necessariamente irá se elevar”, avalia Ângelo Ozelame, analista do Imea.

De acordo com o Instituto, até outubro a saca de 60 kg de soja era negociada a um preço médio ponderado de R$ 44,42. Ano passado, superava os R$ 50.

2012/13
Na safra 2012/13 o forte desempenho nas vendas futuras chegou a ser considerado recorde para o período. Até meados de setembro de 2012 o produtor já havia negociado 61,4% da produção mato-grossense que seria colhida apenas em 2013.

O fenômeno inédito foi reflexo da oportunidade gerada pela quebra da safra americana e das perdas na América Latina. A menor disponibilidade de produto inverteu o cenário de preços. No Estado a saca de 60 quilos acumulou valorização de 80% entre janeiro e agosto de 2012.

Em três meses - de março até maio de 2012 - foram vendidos 43% da safra 2012/13 de soja. Quem concretizou negócios naquela época aproveitou preços na faixa de R$ 46. Outros 18% foram negociados posteriormente em valores acima de R$ 50.

Fechando negócios
A prática de comercializar a safra antes mesmo de ser colhida consiste em capitalizar o agricultor para aquisição dos insumos necessários ao plantio e também para formar caixa para a atividade.

Dentre as regiões com nível de comercialização mais adiantado para a safra 2013/14 está a sudeste, com 46,7% da produção alcançados. Ao todo, serão cultivados 5,4 milhões de hectares.

“A decisão de comercializar ou não a produção está associada ao fechamento do custo de produção. Se o produtor já o fechou não tem a necessidade de vender”, afirma Carlos Bernardes, produtor rural em Campo Verde. Nesta nova safra ele vai cultivar 550 hectares com a soja e pelo menos metade da produção já foi vendida.

“Os preços neste momento estão razoáveis, mas o que aumentou este ano foi o custo de produção”, avaliou ainda ao Agrodebate. De acordo com o Imea, o custo desta safra é considerado o maior da série histórica do órgão. Os investimentos para cultivar cada hectare superam R$ 2,5 mil.

Agrodebate


Fonte: Agrolink

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