Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Conjuntura da cafeicultura baiana e brasileira marca a abertura do VIII Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil

Reflexões sobre a crise de preços do café e muita confiança no papel da pesquisa agropecuária e no potencial do setor produtivo em agregar valor à cafeicultura marcaram a solenidade de abertura do VIII Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, ocorrido na noite de nessa segunda-feira, 25 de novembro, em Salvador (BA). Em seus discursos, autoridades presentes ao evento ressaltaram os índices de produtividade das lavouras de café brasileiras, que cresceram 150% nos últimos 16 anos, chamaram a atenção para a necessidade de políticas públicas para o setor, em especial no que se refere às relações de trabalho no campo, e reafirmaram a capacidade de inclusão social da atividade cafeeira.

O Secretário de Agricultura do Estado da Bahia, Eduardo Salles, convidado a fazer a palestra de abertura do Simpósio, traçou o perfil da cafeicultura baiana. São 167 municípios produtores, o que representa 40% do total do Estado, 24 mil propriedades – a grande maioria, estabelecimentos de agricultura familiar - e 250 mil empregos gerados, sendo 150 mil fixos. A produção anual é de 2,2 milhões de sacas e a produtividade média, de 18 sacas por hectare. A Bahia tem, no período de 2010 a 2013, se mantido na quarta posição no ranking nacional, no que se refere à produção. Salles mencionou as estratégias de criação de câmaras setoriais e a adoção do planejamento estratégico voltadas à valorização da agricultura baiana em geral e do café em particular.

Eduardo Salles comentou, ainda, o contexto nacional da cafeicultura. Disse que, para a manutenção da competitividade do café brasileiro, é preciso repensar e modernizar o setor, defendendo relações trabalhistas mais flexíveis, que contemplem as possibilidades de trabalhos temporários, sem que sejam afetados os direitos conquistados pelos trabalhadores. Elogiou a atuação do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café (Brasília,DF), e afirmou a importância do Simpósio para as discussões sobre os mais recentes conhecimentos gerados por pesquisadores, que contribuirão, nas suas palavras, para a modernidade da cultura cafeeira.

Produtividade

O Gerente Geral da Embrapa Café (Brasília, DF), Gabriel Bartholo, ressaltou a importância do Consórcio Pesquisa Café. “Nos últimos 16 anos, desde a criação do Consórcio, o incremento das ações de pesquisa e de transferência de tecnologia, conduzidas pelas instituições que dele fazem parte, tornou possível o aumento da produtividade do café brasileiro, que passou de 10 sacas por hectare para 24 ou 25 sacas por hectare, tendo sido mantida a mesma área de plantio”, disse. “A recomendação e a adoção de tecnologias ajustadas às regiões, entre elas a irrigação, o controle de pragas e doenças e as boas práticas agrícolas, enfim, têm feito a diferença e permitido respostas satisfatórias aos produtores”, concluiu, lembrando também a necessidade de manter a atenção sobre as demandas do setor produtivo para o constante aprimoramento dos processos de pesquisa e geração de conhecimentos.

O reconhecimento à importância da pesquisa agropecuária, da realização do Simpósio e da união entre os diversos agentes da cadeia produtiva do café, para fortalecer o setor e enfrentar a crise de preços, foi o tom também das falas do presidente da Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé), João Lopes Araújo; do diretor-presidente do Instituto Agronômico do Paraná e presidente do Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuaria (Consepa), Florindo Dalberto; e do reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Paulo Roberto Santos.

Sobre o Simpósio

O Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil é realizado a cada dois anos pelo Consórcio Pesquisa Café.

O principal objetivo do evento é promover ampla discussão com a comunidade científica e com representantes dos diversos setores da cadeia produtiva do café sobre conceitos modernos de produção para estimular debates permanentes de temas relacionados ao agronegócio café, que visem garantir o aumento da competitividade, melhoria da qualidade do produto e a sustentabilidade do setor cafeeiro, com inclusão social.

O público-alvo constitui-se de pesquisadores, técnicos, professores, estudantes universitários, extensionistas, lideranças de associações e cooperativas, empresários, cafeicultores e demais segmentos interessados no desenvolvimento do agronegócio café, imprensa especializada e comunidade em geral, do país e do exterior.

Essa é a 8ª. Edição do evento. O tema deste ano é “Sustentabilidade e Inclusão Social”.

Gerência de Transferência de Tecnologia
Marita Féres Cardillo

Consórcio Pesquisa Café


Fonte: Agrolink

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