Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Rebanho de MT deve sofrer nova baixa em 2013

Leandro J. Nascimento

Dois mil e treze pode consolidar novo recuo no rebanho bovino de Mato Grosso. Ainda que conservadora, a baixa pode chegar aos 3% sobre os atuais 28,6 milhões de animais. Entre os responsáveis por este decréscimo está a utilização constante de fêmeas no abate. Nos primeiros seis meses do ano, quase 54% do gado enviado ao gancho foram matrizes.

A desaceleração no uso destes animais entre agosto e setembro, para 35% de participação, ainda assim, não foi suficiente para inibir a taxa de descarte verificada ao longo do ano. "O resultado é positivo, porém, sem motivo de comemoração, pois no acumulado do ano o descarte de fêmeas está alto, sinalizando reflexos negativos no rebanho do Estado", observa Fábio da Silva, analista do mercado pecuário do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Para confirmar a tendência de recuo no número de animais, os analistas de mercado levam em conta o percentual obtido da relação entre volume de abates pelo estoque de matrizes do ano anterior. Quando o abate de fêmeas fica acima de 15% o rebanho cai. Em 2013 este índice já está em 18%. Também neste ano, a utilização de fêmeas pela indústria atingiu patamar recorde de 2,19 milhões de cabeças entre janeiro e setembro.

"Quando chegamos a 18%, que foi em 2006, o rebanho diminuiu 3%. É conservador falar que até 3% pode ser esta redução", pontua Fábio da Silva, do Imea. Em 2013 o volume

Em 2012 o rebanho mato-grossense registrado junto ao Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) era de 28,6 milhões de cabeças, ou quase 2% menor (1,80%) sobre o de 2011, que estava em 29,1 milhões de animais.

Superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari diz que o envio de fêmeas para o abate foi iniciado como uma alternativa para enfrentar as crises que atingiram o setor desde 2008.

"A pecuária de corte em Mato Grosso passa, desde 2008, por sucessivas crises provocas por questões de mercado e também de pragas. Primeiro houve uma redução na demanda do boi devido à falência de empresas frigoríficas. Depois, o ataque de cigarrinhas nas pastagens em 2010 pegou o pecuarista descapitalizado e sem condições de reverter esta situação", destacou o dirigente, ao Agrodebate.

Ainda conforme Vacari, a desvalorização do bezerro, que inviabilizou a atividade de Cria, 'costurou' o cenário dos dois últimos anos, com o aumento da participação das fêmeas nos abates. "Chegou a superar a dos machos como alternativa de renda e também de redução de rebanho”, explicou.

Setembro Pressionado

Em setembro o abate de bovinos diminuiu 10%, na comparação com agosto, deixando o volume de 549,48 mil cabeças para 495,18 mil cabeças, demonstraram os dados do Indea. A redução de oferta geral resultou na valorização da arroba do boi gordo.

"Os números confirmaram o que o Imea já falava. A oferta seria restrita e a indústria que quisesse boi gordo teria que pagar mais pelo animal", ponderou Fábio da Silva, do Imea. Entre agosto e setembro, por exemplo, a média mensal da arroba saltou de R$ 88 para R$ 91.

"Mas há um outro reflexo. Se a indústria paga mais cara, vai vender mais caro para o varejo e este também [ao consumidor]", contrastou o analista do Instituto Mato-grossense.


Assista a entrevista com o analista Fábio da Silva, sobre o mercado da bovinocultura, no link abaixo.
http://www.agrodebate.com.br/_midias/flv/2013/10/07/fabio_bovinos_07_10-27093.flv

Agrodebate..


Fonte: Agrolink

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