Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Líderes do agro brasileiro defendem união para resolver entraves

Desatar “nós” do agronegócio brasileiro foi o tema central do 2o Fórum Nacional de Agronegócios, do qual participou o presidente da Informa FNP e ABMR&A

Maurício Mendes, presidente da Informa Economics FNP e da Associação Brasileira de Marketing Rural (AMBR&A), participou do 2º Fórum Nacional de Agronegócios, realizado em Campinas (SP) nos dias 20 e 21 de setembro, e, juntamente com outros líderes presentes, manifestou otimismo em relação ao futuro do agronegócio no Brasil. Os participantes defenderam, no entanto, a necessidade da união de esforços entre o setor privado e os poderes Executivo e Legislativo no sentido de resolver os principais entraves do setor.

Para Mendes, o evento teve um grande diferencial. “As discussões foram pragmáticas. Saímos de lá com uma série de propostas para a resolução das deficiências que limitam a capacidade de crescimento e os resultados positivos do setor”, afirma.

O resultado das discussões geradas durante o Fórum está reunido no documento intitulado Carta de Campinas. Relaciona dificuldades em áreas como sustentabilidade, comércio externo, insumos, agenda legislativa e comunicação. “Existem muitos eventos em que se discute muito, mas não há uma proposta objetiva. Este realmente foi bastante focado e gerou propostas”, comenta Mendes.

O Fórum, em sua segunda edição, é promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais e pelo LIDE Agronegócios, liderado pela ex-ministro da Agricultura e coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues.

Mais comunicação

No painel os “nós” da comunicação, no qual Mendes participou como debatedor, ele afirmou que o setor precisa estar mais presente nas escolas de Comunicação, para, assim, poder elevar o nível de informação da população urbana sobre o mundo rural. “Precisamos ter uma campanha permanente sobre o agronegócio. Por que não implementar nas escolas de ensino médio e fundamental mais informações sobre a agricultura e pecuária, mostrando desde cedo a importância do setor, suas deficiências e qualidades?”, questiona Mendes.

Ainda no campo da comunicação, discutiu-se a possibilidade de um fórum permanente de comunicação e marketing. “O produtor do campo precisa saber o que o consumidor pensa, quais são suas exigências e expectativas. No passado informações sobre produtos e técnicas chegavam mais facilmente ao produtor, pois existia uma estrutura de extensão rural estatal muito mais eficiente do que existe hoje. O nosso papel é fazer o que chamamos de marketing reverso”, afirma o presidente da ABMR&A.

Agregar valor para as commodities também é uma preocupação das lideranças do setor. “O Brasil sempre será importante em produção de volumes, de commodities, mas nada impede que ele haja diferenciação de marca. O governo deveria aumentar a quantidade de identificações geográficas (IG), pois permitiria que pequenos produtores pudessem se unir, através de associações e cooperativas, conseguindo assim maior renda para sua atividade através da agregação de valor aos seus produtos”, finaliza Mendes.

Sou Agro


Fonte: Agrolink

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