Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Governo está debatendo Plano Mais Pecuária para incentivar produção e exportação de carne e leite

Mariana Branco

Brasília – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está debatendo com as cadeias produtivas da carne e do leite o Plano Mais Pecuária, que terá as vertentes Mais Carne e Mais Leite e será lançado com o objetivo de aumentar as exportações e produtividade dos dois setores. Na terça-feira (24), os produtores de carne ouviram a proposta inicial do governo e apresentaram sugestões. Na quinta-feira (26) será a vez dos produtores de leite. Por enquanto, não há data para lançamento do Plano Mais Pecuária. Está programada uma série de reuniões a respeito entre governo e produtores.

“Na semana passada, tivemos uma reunião com as duas câmaras [Câmara da Cadeia Produtiva da Carne Bovina e Câmara da Cadeia Produtiva do Leite]. Esta semana estamos fazendo reunião com cada setor em separado para detalhar as propostas. Estamos recolhendo contribuições e ainda devem ocorrer muitas reuniões. Há inclusive uma proposta de reuniões regionais”, disse João Cruz, chefe da assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura.

De acordo com Cruz, a ideia, com a criação de uma política nacional para a carne e o leite, é articular alternativas para os produtores que atualmente estão fragmentadas. “Já existem diversos programas na agropecuária [que beneficiam carne e leite]. Tem crédito com o Plano Safra, assistência técnica com a Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária]”, destacou. Entre os pontos que o governo se propõe a contemplar estão o aprimoramento genético do rebanho, incorporação de tecnologia e de mecanismos para segurança e qualidade dos produtos.

Para Antenor Nogueira, presidente da Câmara da Cadeia Produtiva de Carne Bovina e do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a disposição do governo em criar uma política para os dois setores é bem-vinda. “A partir do momento em que vê que terá aumento de renda, o produtor rural é o primeiro a participar”, disse.

Nogueira defendeu, no entanto, empenho do governo federal para solucionar a questão do repasse de recursos à Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura. Além de necessitar de investimentos para a fiscalização federal, a secretaria deve destinar dinheiro aos convênios entre governo federal e estados para ações de defesa agropecuária.

Parte dos recursos, previstos no Orçamento da União, ainda não foram liberados este ano. “Pode jogar por água abaixo [as ações de defesa] se não houver um sinal verde. Os estados solicitaram os recursos para os convênios e não foram liberados. O ministério não tem pessoal para fazer toda a fiscalização. Imagine o risco de pragas e doenças. Como propor um plano para aumentar as exportações de carne e leite sem a liberação?”, questionou Antenor Nogueira.

Edição: Fábio Massalli

Agência Brasil


Fonte: Agrolink

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