Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Período proibitivo em Mato Grosso chega ao fim e libera plantio

Restam apenas as chuvas para que a nova safra de soja seja semeada

O Vazio Sanitário chegou ao fim neste domingo, em Mato Grosso. Por 90 dias, desde 15 de junho, o cultivo comercial da soja esteve proibido como forma de se respeitar a entressafra. Com a liberação do plantio, restam apenas as chuvas para que os mato-grossenses dêem a largada da nova safra brasileira da leguminosa, o ciclo 2013/14.

O Vazio impede a existência de plantas vivas (com exceção das áreas para pesquisa com a liberação do Ministério da Agricultura), pois reduz o risco de sobrevida de pragas e fungos no ambiente e consequentemente dos ataques precoces sobre às plantas recém-emergidas, especialmente a ferrugem asiática. O Vazio tem como objetivo eliminar a chamada ‘ponte verde’ entre a safra antiga e a nova, ou seja, a passagem de fungos como o causador da ferrugem asiática, o Phakopsora pachyrhizi.

Sem o período proibitivo no Estado, como aponta a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado, (Aprosoja/MT), fica a cargo dos produtores a destruição das plantas tigüeras (nascidas a partir das perdas nas lavouras e no transporte) presentes em suas lavouras, para impedir que a ferrugem asiática se dissemine e gere perdas na safra subseqüente, perdas essas na produtividade e na renda do produtor.

Segundo o coordenador da Comissão de Defesa Sanitária Vegetal da Superintendência Federal da Agricultura (SFA/MT), Wanderlei Dias Guerra, é preciso acompanhar de perto a presença das tigüeras, principalmente nas regiões onde choveu durante a entressafra, como Primavera do Leste, Campo Novo do Parecis, Sapezal, Tangará da Serra e proximidades. Mesmo sendo precipitações esporádicas, como alerta Dias Guerras, elas foram suficiente para assegurar a umidade e consequentemente manter o fungo da ferrugem viável, tornando-se uma ameaça à nova safra. Nestas citadas a Comissão emitiu o que eles chama de ‘alerta vermelho’. “Essas são as regiões mais crítica para o aparecimento de ferrugem, pois são locais que concentram mais umidade”, argumenta.

Na região norte a situação é considerada um pouco mais tranquila em relação à safra passada (2012/13), mas necessita de atenção especial. Essa porção estadual recebeu menos chuvas na entressafra, mas, no entanto, com as primeiras chuvas e como esporos da ferrugem no ar, há grandes chances do foco da doença chegar mais cedo no médio norte e disseminar para outras regiões, explicou Wanderlei. O médio norte concentra a maior produção de soja do Estado, respondendo sozinha por mais 40% da área plantada e da produção.

ALERTA - A Aprosoja/MT recomenda que o produtor redobre o monitoramento das lavouras, que sejam utilizados produtos recomendados pelo engenheiro agrônomo e, que principalmente, observem o intervalo entre uma aplicação e outra sobre a nova safra. Não se esquecendo dos princípios básicos quanto à tecnologia de aplicação, como a hora ideal para pulverizar, temperatura e velocidade do vento. “O monitoramento eficaz e a prática destas ações diminuirão a pressão da doença no Estado e, consequentemente, todos os produtores serão beneficiados”, reforça o diretor técnico da Aprosoja/MT, Nery Ribas. Ainda como reforça, as orientações preventivas são para que não ocorram prejuízos como os contabilizados no último ciclo, em cerca de US$ 1 bilhão.

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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