Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Trabalho rural: Legislação precisa ser revista

Pelo menos nos últimos dois anos, três componentes do custo de produção na lavoura aumentaram para além do poder de barganha do agricultor: mão de obra, frete e óleo diesel. A questão trabalhista, para a maioria dos produtores mato-grossenses pesa tanto qualquer outro componente da produção, porém, com um agravante, a ausência de legislação que atenda às necessidades do setor em todas as suas particularidades e até mesmo a falta de qualificação dos recursos humanos.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Rui Prado, depois de logística, a situação trabalhista é uma das que mais assustam o segmento. “O problema maior da mão-de-obra é que você não consegue resolver os problemas apenas com capital. Hoje se precisa de estrada e tem dinheiro vai lá e constrói. Com pessoal, por mais que se queira contratar mais, há todo um processo de aprendizado e de vontade em se fazer aquilo que está proposto”.

Prado frisa ainda que isso é apenas uma parte da questão. “Veja só estou citando a relação empregado e empregador. Fora a legislação que é outro entrave. O meio rural tem suas peculiaridades, ninguém quer tirar direitos dos trabalhadores e sim adaptar as leis às reais condições de trabalho que temos no campo. Quem trabalha no campo exerce funções diferentes de quem trabalha na zona urbana. Temos estudos e pesquisas que comprovam que o campo está remunerando mais que a cidade”. Ainda nos seus argumentos, Prado explica que em momentos de colheita e plantio a rotina de trabalho é imposta pelo clima. “Se chover por três dias seguidos, todo mundo fica de braços cruzados sem colher um grão. Quando a chuva passa, temos de correr contra o tempo para aproveitar a estiagem o máximo possível, ou seja, se tiver que trabalhar à noite, vamos ter de trabalhar”.

“Os temas são todos relevantes, importantes, e mais importante ainda porque as discussões se dão em um município pólo em uma região de potencial produtivo muito grande. Vai ser uma oportunidade de aprender mais”, disse Prado ao confirmar sua presença no evento. O Fórum Brasil Central do Agronegócio vai colocar em pauta quatro grandes questões do agronegócio na região mais produtora do país, o centro do Brasil: a questão trabalhista, a questão da biotecnologia, a questão da logística e a questão indígena. Estes temas serão objeto de análise e discussão junto a palestrantes e painelistas de destaque no Brasil.

A Famato é uma das apoiadoras do Fórum Brasil Central do Agronegócio, que será realizado nos dias 19 e 20 de setembro, no Centro de Eventos “Dante de Oliveira”, em Sinop (MT).

PARTICIPAÇÃO

O Fórum Brasil Central do Agronegócio terá como mestre de cerimônias a consagrada jornalista e comentarista econômica Lilian Witte Fibe. Lillian é formada pela Universidade de São Paulo, e já trabalhou nos jornais Folha de S.Paulo, Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil. Iniciou a carreira televisiva na Rede Bandeirantes, como comentarista econômica. No fim dos anos 80 passou a apresentar um programa de economia na Rede Globo, onde ficou por muitos anos como âncora do Jornal da Globo. Trabalhou também como apresentadora de telejornais no SBT.

As inscrições para o “Fórum Brasil Central do Agronegócio” são gratuitas, mediante cadastramento prévio dos interessados pelo blog do evento: www.forumbrasilcentral.blogspot.com.br.

As vagas são limitadas.

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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