Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

MT: Pecuaristas se preparam para a ‘estação de monta’

Os meses que antecedem o período de cobertura são de pesquisa de preços e de tecnologia genética


Momento é estratégico ao criador e uma oportunidade para melhorar a qualidade e precocidade do rebanho
MARIANNA PERES

Pecuaristas mato-grossenses começam a se preparar para a ‘estação de monta’, período em que os touros permanecem junto às matrizes visando o nascimento nas épocas mais favoráveis para o desenvolvimento dos bezerros. A determinação de um intervalo específico para a cobertura das vacas tem resultados positivos dentro da propriedade, com redução da mortalidade ou adoecimento do bezerro e melhor produtividade. Com o início em novembro, os próximos dois meses são de movimentação no comércio de touros e sêmen.

A preparação para a estação de monta começa a partir de agosto e ela é feita tanto pelos criadores quanto por profissionais e empresas. O médico veterinário Francisco Manzi trabalha em uma empresa de biotecnologia e reprodução animal e explica que tanto os comerciantes de touros quanto os de sêmen fazem o planejamento para aumentar a oferta de seus produtos neste período do ano, entre agosto e novembro.

“É agora que há mais disponibilidade no mercado, até porque os criadores de touros e de genética sabem que a procura se dá a partir de agora. Então os animais já passaram por exames e os sêmen estão prontos para serem vendidos”. Segundo Manzi, a escolha dos animais ou do sêmen deve ser feita com cautela, dando preferência para os animais com avaliação genética, ‘puros’ e registrados ou aqueles provenientes de selecionadores reconhecidos. “Atualmente existem premiações, rankings, provas de desempenho e outras modalidades de certificação que garantem aos pecuaristas a escolha dos melhores selecionadores”.

O superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, ressalta que o pecuarista deve se atentar às tecnologias que estão ao seu alcance para proporcionar o melhoramento de seu rebanho. “Hoje temos grande e variada gama de tecnologias e genéticas, cada qual para um tipo de propriedade. O pecuarista deve lançar mão desses instrumentos para obter ganhos a cada renovação de seu rebanho”.

ORIENTAÇÕES - Mas o investimento em qualidade genética pode ser desperdiçado caso não se determine um período para a reprodução, explica o médico veterinário Guilherme Nolasco.

Profissional e pecuarista, Nolasco detalha que a estação de monta é uma ferramenta importante para ganhos de produtividade e que cada pecuarista deve adequar a sua de acordo com as características da propriedade.

Segundo o médico veterinário, a estação pode variar de 60 até 90 dias, mas quanto menor o tempo, melhor, pois os bezerros nascem mais próximos um dos outros e as vacas também aproximam seus ciclos, isto é, passam a entrar no período fértil perto uma das outras.

“Analisando o ciclo, temos 290 dias de gestação mais cerca de 35 dias para que a vaca esteja apta novamente para emprenhar. Somando são 315 dias comprometidos, restando apenas 40 dias para nova fertilização e assim se obter um cria por ano. Se a estação de monta se prolonga por muito tempo, a vaca não estará disponível durante a estação, porque após a gestação precisa-se de um tempo necessário para o restabelecimento do organismo”. O maior prejuízo, neste caso, explica Guilherme, é que a vaca deixa de produzir um bezerro por ano, registrando queda na produtividade.

Outro ponto que influencia a escolha do mês na hora da cobertura é o clima. De acordo com Francisco Manzi, quando o bezerro nasce no final da seca, isto é, entre agosto e outubro, o desempenho do animal tende a ser maior. Como explica, nos primeiros meses o bezerro mama menos e exige menos da vaca, exatamente quando há menos chuva. Quando ele começa a exigir mais da vaca e começa a pastar, a partir dos 60 a 90 dias de vida, já está chovendo e há maior disponibilidade de forragem, tanto para seu crescimento quanto para que a mãe possa produzir mais leite e emprenhar novamente.

Antes de selecionar os touros que irão cobrir as vacas é preciso, porém, tomar algumas precauções para evitar perdas. Um dos recursos existentes é o exame andrológico, que permite avaliar a fertilidade do animal. Manzi conta que neste procedimento é analisada a capacidade do reprodutor gerar descendentes, minimizando as chances de o touro cobrir e não fertilizar a vaca. Após os exames é feita a seleção daqueles que serão descartados e os que irão permanecer no rebanho.

“A estação de monta é um instrumento indispensável para o aumento da produtividade na fazenda e que não tem custo específico. Pelo contrário, com o estabelecimento de um período para a cobertura dos animais fertéis, reduz os custos com manejo e com possíveis doenças”. (Com assessoria)

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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