Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

MBAC Fertilizantes inicia operação comercial de fosfato em Tocantins

SÃO PAULO - A MBAC Fertilizantes, empresa canadense que atua na exploração e produção de fertilizantes no Brasil, fará sua primeira entrega comercial no final de agosto, após dar início à produção de superfosfato simples (SSP) em Tocantins, de olho no potencial crescimento do mercado brasileiro, disse nesta segunda-feira o presidente da companhia.

"Semana passada começamos a produção nacional de fosfato. Nosso primeiro compromisso de entrega comercial já está fechado", disse o presidente Roberto Busato Belger, durante o Congresso Brasileiro de Fertilizantes, em São Paulo.

A mina Itafós está localizada no município de Arraias (TO).

A empresa tem um sistema de produção integrado, concentrando todas as etapas do processo de produção em um mesmo lugar, desde a exploração da mina até o processo de acidulação e granulação do superfosfato simples.

"O consumo de fertilizantes no Brasil vive um momento diferente que o da economia nacional, com um consumo que cresce de forma sustentada. É uma grande oportunidade de crescimento", afirmou.

Atualmente, o Brasil importa cerca de 50 por cento de sua necessidade de fosfato, um dos ingredientes que compõe a fórmula NPK, composta também por nitrogênio e potássio, usados na produção de fertilizantes finais.

O Brasil é o quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo, atrás de Estados Unidos, Índia e China, e importa cerca de 70 por cento de sua demanda total de fertilizantes.

O consumo no país é crescente, seguindo a expansão da produção agrícola, sobretudo na área de grãos, que detêm a maior fatia nas vendas do setor.

Estimativas de especialistas e consultorias apontam para um novo recorde no consumo de fertilizantes em 2013, que poderá superar a 30 milhões de toneladas, ante recorde de 29,5 milhões de toneladas no ano anterior.

A empresa havia anunciado durante a edição anterior do congresso, em 2012, que estava iniciando a construção da unidade de fosfato de seu projeto Itafós.

"Somos a única entre as companhias que anunciaram projetos de expansão e produção de fertilizantes no 2º congresso, no ano passado, que está iniciando as operações", disse o executivo.

A mina que inicia a produção de SSP tem capacidade de 500 mil toneladas por ano.

"No segmento em que atuamos, a produção pode atingir o equivalente a 40 por cento do mercado", disse o executivo.

A unidade deverá abastecer a região conhecida como Matopiba, acrônimo formado pelos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, além do norte de Goiás.

Em 2014, a meta da companhia é produzir entre 300 mil a 400 mil toneladas do insumo.

Além da unidade em Tocantins, a MBAC Fertilizantes, empresa canadense que atua no Brasil desde 2008, está focada em mais duas unidades, em projetos que juntos somam investimentos de quase 1 bilhão de dólares.

Um deles é o projeto em Santana, no Pará, cidade na divisa com Mato Grosso, principal Estado na produção de grãos e no consumo de fertilizantes.

"Ali é onde a geologia fez as pazes com o mercado", disse Belger, referindo-se à vantagem de ter uma reserva perto de uma importante área consumidora.

O projeto no Pará iniciou a prospecção em 2012 e está na fase final de estudo de viabilidade econômica, para avaliar o potencial da mina de fosfato e as taxas de retorno para os investidores, devendo ser apresentado ao Conselho de Administração da companhia dentro de um mês.

O terceiro projeto no qual a empresa está focada fica em Araxá, Minas Gerais, onde foram iniciados os estudos em busca de fosfato e que acabaram detectando também a presença de nióbio e terras raras, material nobre destinado à indústria de alta tecnologia.


Reuters


Fonte: Agrolink

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