Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Comissão técnica do arroz debate a realidade e perspectiva da rizicultura em Tocantins

O conhecimento da realidade da cadeia produtiva do arroz no Tocantins, problemas, desafios e potenciais apresentados são fundamentais para o delineamento de ações estrategicamente planejadas visando um novo patamar de desenvolvimento com foco na produção de alimentos e uso sustentável dos recursos naturais. Todos estes assuntos serão temas de dois importantes eventos que estão programados para acontecer no estado do Tocantins, no período de 4 a 6 de setembro: a IV Reunião da Comissão Técnica do Arroz (CTA) no Tocantins e o 7º Seminário da Cadeia Produtiva do Arroz no Tocantins.

A CTA é um fórum colegiado que reúnem os componentes da cadeia produtiva do arroz, que articulados e atuando em rede, constroem e difundem informações e tecnologias sobre a cultura do arroz visando o seu desenvolvimento. Um importante produto gerado nesta reunião é o documento contendo as informações técnicas da cultura do arroz nos sistema de cultivo irrigado e de terras altas para o Tocantins. A IV CTA terá como instituição organizadora a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Agrário do estado do Tocantins – Seagro.

O seminário reúne renomados pesquisadores do país nas mais diversas áreas para apresentar as inovações tecnológicas, por meio de palestras, painéis e treinamentos para produtores, técnicos e extensionistas demandados previamente pelos produtores. O Evento é promovido pelo Sindicato da Indústria de Beneficiadores de Arroz do Estado do Tocantins – Sindiato, com a colaboração de diversos parceiros, entre eles a Embrapa.

A cultura do arroz no Tocantins ocupa a segunda posição em área plantada (120 mil hectares), ficando atrás apenas da cultura da soja. Mais de 10 mil estabelecimentos rurais estão envolvidos de forma direta com a cadeia produtiva do arroz no Tocantins, maior parte destes estabelecimentos são de agricultores familiares.

Em termos de perspectivas, a agricultura irrigada por superfície no ecossistema de terras baixas “várzeas tropicais” do Tocantins, principalmente para a produção de arroz irrigado, corresponde a uma atividade econômica, em expansão, de grande importância regional e que no contexto econômico atual, em face da grande extensão de áreas com potencial para irrigação, localização geográfica e logística favorável, tende a experimentar uma crescente expansão.

No vale da região hidrográfica do Tocantins-Araguaia há expectativa de grande aumento de área irrigada, principalmente por inundação, destacando-se os projetos no rio Javaés e seus tributários, incluindo-se os projetos Rio Formoso, Lagoa da Confusão e Prodoeste (Programa de Desenvolvimento da Região Sudoeste do Estado do Tocantins), em fase de implantação e que tem como meta ampliar de 80 para 300 mil hectares de terras baixas, por meio de obras de infraestrutura (reservatórios e mini barragens nos leitos dos rios) que visam a oferta hídrica regular para os usos múltiplos.

Para o pesquisador Daniel Fragoso, articulador e colaborador das ações da Embrapa Arroz e feijão no Tocantins, “trata-se de um momento importante para a cadeia produtiva do arroz no Tocantins e que embasará futuras ações de trabalhos cooperativos, envolvendo produtores, indústria, pesquisadores, técnicos e extensionistas para superação dos seus desafios”.

veja a programação completa (http://www.cnpaf.embrapa.br/noticias/2013enoticia_039a.pdf)


Embrapa Arroz e Feijão


Fonte: Agrolink

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