Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Segunda safra de feijão ganha força no Paraná

Preços pagos aos produtores estão convidativos, crescendo até 42% em um ano

As intempéries não foram poucas durante a safra 2012/13, mas os produtores paranaenses de feijão que perseveraram na cultura ficaram satisfeitos com a comercialização dos grãos, principalmente em relação à primeira e à segunda safras. Eles enfrentaram seca, excesso de chuva, frio, geada, mas em contrapartida viram os valores do produto dispararem no mercado desde o ano passado. Agora, fica a expectativa para o plantio da primeira safra 2013/14, que começa oficialmente em agosto, mas entra com maior força em setembro.

Os preços do grão estão convidativos e devem permanecer assim. De acordo com dados do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Paraná (Seab), o valor do feijão de cor – que representa 58% da safra do Estado – cresceu 42% entre julho do ano passado e o mesmo mês deste ano, saltando de R$ 108,39 para R$ 153,94 para a saca de 60 kg.

No caso do feijão preto – 42% do total – a elevação foi mais substancial a partir de janeiro deste ano. De qualquer forma, entre os meses de julho de 2012 e 2013, o salto foi de 41,4%, atingindo a marca de R$ 141,78 para a saca. "A estimativa da nova safra só sai em setembro, mas com os preços permanecendo desta forma, é possível que o produtor volte a investir no feijão", explica o engenheiro agrônomo do Deral Carlos Alberto Salvador.

O feijão conta com três safras no ano, sendo as principais a primeira e a segunda. O interessante no Estado é que a segunda safra está ficando mais importante do que a primeira, justamente para que o produtor invista na soja num primeiro momento e, apenas na segunda safra, foque no feijão.

O plantio, nesse caso, acontece de janeiro a março e a colheita até o final do primeiro semestre. A primeira safra, de 2011/12 para 2012/13 saiu de 247,5 mil hectares para 214,9 mil hectares, queda de 13%, enquanto a segunda safra saltou de 224,7 mil hectares para 263,9 mil hectares, alta de 17%. "Esse movimento é natural graças à soja. Os que estão trabalhando com a oleaginosa migraram para o feijão na segunda safra. Nos últimos seis anos, a média da segunda safra de feijão ficou em 221 mil hectares", avalia Salvador.

Preços
Responsável por 24% do que é produzido no País, sendo o principal estado produtor de feijão, o Paraná foca também na comercialização nacional. Com a produção brasileira caindo no País nas últimas três safras, a expectativa é de que o Estado consiga um incremento satisfatório na safra 2013/14. No Brasil, em 2010/11, os números fecharam em 3,7 milhões de toneladas, caindo para 3,3 milhões na 2011/12 e, agora, fechando em 2,8 milhões de toneladas, queda de 24,3%.

No Paraná, as perdas foram de 14% na primeira safra, 29% na segunda e expectativa de alguma perda na terceira, que ainda não foi fechada. O potencial produtivo total do Estado era de 693 mil toneladas, mas as perdas somadas até agora foram de 198 mil toneladas. "Este ano, o clima influenciou demais, o que jogou os preços para o alto, inclusive no varejo", comenta Salvador.

No último ano, tendo como base o mês de julho, o quilo do feijão de cor saltou 21,8%, chegando a R$ 5,46, enquanto o quilo do feijão preto, 26,8%, comercializado em média a R$ 4,18. "Estes preços devem permanecer assim até começar a esquentar, período em que a primeira safra entra no mercado e o consumo diminui naturalmente devido ao calor", complementa o especialista do Deral.



Victor Lopes


Folha de Londrina


Fonte: Agrolink

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