Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Prejuízo da Minerva sobe R$196 mi por impacto cambial

SÃO PAULO - O prejuízo da empresa de alimentos Minerva Foods, terceira maior em bovinos no país, somou 196 milhões de reais no segundo trimestre, alta de 50 por cento na comparação anual, com o efeito da valorização cambial sobre a dívida da companhia.

A companhia também reverteu o lucro de 5,2 milhões de reais apurado no primeiro trimestre deste ano.

"Teve um impacto grande da variação cambial sobre a dívida. Cerca de 70 por cento da dívida está indexada ao câmbio, basicamente dólar", disse o diretor financeiro da Minerva Foods, Edison Ticle, a jornalistas.

O dólar apresentou alta no período, tendo atingido recentemente o maior valor em quase quatro anos frente ao real.

O endividamento líquido da companhia ao final do trimestre ficou em 1,729 bilhão de reais, contra 1,539 bilhão de reais apurados ao final do primeiro trimestre.

A desvalorização do real teve um impacto de efeito não-caixa de 215 milhões de reais, disse o executivo.

Segundo ele, descontado o impacto cambial, o resultado ajustado seria de lucro de 25 milhões de reais.

A alavancagem da companhia, medida pela relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em 3,3 vezes no segundo trimestre, contra 3,1 vezes do trimestre anterior.

GANHO OPERACIONAL

O impacto cambial no resultado apagou o desempenho positivo das exportações, que subiram 21 por cento ante o segundo trimestre do ano passado e contribuíram fortemente para o aumento da receita da Minerva Foods.

A receita líquida da companhia subiu 23 por cento, para 1,32 bilhão de reais ante o segundo trimestre do ano passado.

Da receita bruta apurada no segundo trimestre de 2013, as exportações corresponderam a cerca de 68 por cento, ou 930 milhões de reais.

No mesmo trimestre do ano passado, a fatia do mercado externo correspondia a cerca de 60 por cento da receita.

O executivo ressaltou que o aumento das exportações e os ajustes para reduzir o ciclo de conversão de caixa, ou seja, o prazo para receber pagamentos, geraram bons resultados operacionais.

O Ebitda, indicador de geração de caixa operacional, subiu 20 por cento, para 134,4 milhões de reais, na comparação com segundo trimestre do ano passado.

Além disso, o tempo de conversão de caixa, que no trimestre anterior, estava em 17,7 dias, caiu para 15,4 dias. E a companhia mantém a meta de reduzir este prazo a 12 dias, marca registrada anteriormente.

"Primeiro, teve rentabilidade boa, com margem Ebitda de dois dígitos. Trabalhando os prazos com recebíveis e fornecedores, reduzimos em 65 por cento a necessidade de capital de giro", afirmou.

PERSPECTIVA

O executivo atribuiu ainda a melhora no desempenho operacional ao aumento do uso de capacidade instalada, que permite diluição de custos fixos.

No trimestre encerrado em 30 de junho, a Marfrig utilizou 80,3 por cento de sua capacidade total, contra 74 por cento em igual período do ano passado.

O número de cabeças abatidas no trimestre somou 531,3 mil unidades, contra 442 mil do mesmo período no ano passado, um crescimento que atendeu, principalmente o mercado externo.

O cenário positivo no mercado externo deve se estender ao longo deste semestre, tradicionalmente o mais forte para a indústria de carnes.

"Vemos a perspectiva de boa rentabilidade no semestre, a desvalorização cambial dá competitividade à industria, e temos oferta de gado para abate", disse o executivo.

Ticle ressaltou que diante do forte ritmo das exportações brasileiras de carne bovina, e com o câmbio favorável, ele vê o Brasil retomando a liderança mundial no setor.

(Reportagem Fabíola Gomes)


Reuters


Fonte: Agrolink

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