Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Técnicos analisam se língua azul, doença de gado, pode se alastrar no Rio

Flávia Villela

Rio de Janeiro – Doença incomum no Brasil, a língua azul, que ataca gados ruminantes, sobretudo ovelhas, pode se alastrar no estado do Rio e prejudicar o setor de ovinos. O alerta foi feito por veterinários da Universidade Federal Fluminense (UFF), que detectaram o vírus em fevereiro em uma fazenda em Vassouras, área rural do sul fluminense, que matou ovelhas leiteiras e cordeiros e causou sequelas em vários animais. O caso foi comunicado à Defesa Sanitária Animal (DSA), da Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária, e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A propriedade rural foi interditada pela DSA. Segundo o pesquisador Mário Balaro, do Grupo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Caprinos e Ovinos (Gepeco) da UFF e um dos responsáveis pelo diagnóstico, a medida não é suficiente para evitar um surto.

“É importante a adoção de procedimentos para controle epidemiológico. Apresentamos um plano de contingência baseado em planos internacionais às autoridades, mas ainda não obtivemos resposta”, comentou.

Segundo Balaro, veterinários que estudam a doença acreditam que a língua azul é endêmica em grande parte do país, mas é subnotificada. Os sintomas podem ser confundidos com o de outras enfermidades, como verminose e pneumonia.

Na Europa e nos Estados Unidos, a doença causou perdas enormes: a solução encontrada foi a vacinação dos ovinos. Nos Estados Unidos, segundo ele, as perdas em razão do vírus já chegaram a cerca de US$ 3 bilhões por ano, sobretudo, pela queda drástica na produção de leite das ovelhas doentes e pela redução do crescimento e engorda dos cordeiros, além da morte dos animais. O Brasil não produz a vacina e ainda não autoriza a importação da mesma que vem da Europa.

Ainda segundo o pesquisador há um outro polo de produção de leite de ovelha em Miguel Pereira, cidade que fica a menos de 20 quilômetros de Vassouras. O alastramento do vírus pode significar perdas significativas para o setor. “Como na época em que houve o surto, não houve um plano de contingência, o vírus pode ter se espalhado para outras propriedades com animais da mesma raça”, explicou ele.

De acordo com o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques, o caso em Vassouras está sendo monitorado pelas autoridades competentes, mas é pontual e não pode ser considerado um surto.

“Todas as propriedades de onde saíram animais para essa propriedade foco e que venderam animais dessa propriedade foco foram monitoradas, inclusive em outros estados, e não foi detectada nenhuma ocorrência da doença. Nas propriedades próximas também foram feitos estudos e nada foi detectado que justifique uma medida emergencial”, declarou.

O representante do ministério convocou reunião para a próxima quarta-feira (7) com especialistas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e professores universitários para discutir estratégias de monitoramento da língua azul. “Não é nenhum caso de surto, mas estamos nos antecipando para darmos a dimensão devida do problema e não aumentar a dimensão do caso como me parece que está ocorrendo, que não se justifica,”.

Marques disse ainda que o sorotipo 4, encontrado em Vassouras, não causa altos níveis de mortalidade e que os casos da doença no país não justificam a produção ou a importação da vacina que contém o vírus vivo atenuado. “Não se trata de doença que cause alto impacto econômico ao ponto de ter que lançar mão de uma vacina que pode causar problema de segurança. Ainda é preciso de mais pesquisas para saber a real eficácia e segurança delas”.

Casos anteriores de língua azul são registrados pontualmente no Brasil desde 1978. O vírus tem 26 diferentes sorotipos espalhados no mundo e a transmissão ocorre por meio da picada do mosquito conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Bois e vacas são considerados hospedeiros do vírus, que pode permanecer no organismo desses animais por até quatro meses. Um dos sintomas mais evidentes da doença é o inchaço da língua que ganha coloração azulada. Outros sintomas que se manifestam são febre alta, lesões nos lábios, salivação e secreção nasal excessivas, vermelhidão na pele, face inchada e perda de apetite.

Balaro explicou que embora a literatura diga que o vírus não apresenta risco de transmissão para seres humanos há o registro de um homem que manipulava o vírus em laboratório que adoeceu e de uma experiência in vitro, em que o vírus conseguiu atacar a célula pulmonar humana. O representante do Mapa disse desconhecer que haja havido transmissão do vírus para humanos.

Um grupo de veterinários da UFF, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), pretende fazer um levantamento sorológico no estado e mapear as zonas de risco e as zonas endêmicas da doença.

“Faremos na primavera e no verão quando há maior incidência dos mosquitos. Vamos tentar verificar em que localidades está presente o mosquito-pólvora e se há riscos de as ovelhas de adoecerem”, comentou.

Edição: José Romildo

Agência Brasil


Fonte: Agrolink

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