Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Conservar e saber usar: Engenheiros florestais mapeiam biomas brasileiros

por Joana Pretto Cavinatto

Em 12 de julho de 1073 morria São João Gualberto, santo padroeiro das florestas e trabalhadores florestais. Em homenagem a ele, a data foi escolhida para se comemorar o Dia do Engenheiro Florestal, profissional responsável pelo desenvolvimento ambientalmente sustentável, economicamente viável e socialmente justo, apto a avaliar o potencial biológico dos ecossistemas florestais e, assim, planejar e organizar o seu aproveitamento racional. Guiando-se pelo lema de São João Gualberto, “Conservar e saber usar”, o Portal Agrolink apresenta uma importante conquista da classe, o Inventário Florestal Nacional.

Lançado pelo ministério do Meio Ambiente, o Inventário Florestal Nacional tem como objetivo elaborar políticas de uso e conservação das matas, por meio do monitoramento dos recursos florestais de todos os biomas brasileiros. Com previsão de começar a recolher os primeiros dados ainda neste semestre, o programa adaptou-se às metodologias mais atuais da Engenharia Florestal e envolve todas as categorias do setor.

Aspectos econômicos, ecológicos e culturais. Segundo o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), diferente do inventário realizado entre os anos 70 e 80, a nova versão será mais completa, contemplando não apenas os recursos madeireiros, mas também o entorno da floresta, relacionando a importância dela ao contexto rural e traçando políticas públicas. De acordo com o gerente executivo de informações florestais do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), engenheiro florestal Daniel Piotto, independente de ter floresta ou não, todo país será analisado. Outra diferença entre o inventário anterior e o atual é que este será cíclico. Com previsão inicial de terminar em 2016, as parcelas serão revisitadas e monitorads a cada cinco anos.

Como funciona o programa
O Inventário Florestal Nacional utiliza a metodologia que cobre grades de 20km por 20km entre os pontos cardeais dos mapas de cada Estado. A Amazônia, única exceção, tem uma escala diferenciada. Na área, é feito um raio x da vegetação, identificação da altura e saúde das árvores, se existem orquídeas ou bromélias. Depois, é feita uma análise da superfície do chão, dos galhos secos e folhas caídas. Após, é a vez do solo. São retiradas várias amostras em várias profundidades para analisar teores de carbono e minerais. As operações nos campos são realizadas apenas por engenheiros florestais, mas o processo completo envolve todas categorias, incluindo universidades.

Segundo o analista ambiental do SFB, eng. Ftal. Alencar Garlet, o Serviço encaminha o projeto básico e o Estado operacionaliza. “A execução é feita por termos de cooperação em cada estado, alguns a gente passa recursos, outros fazem com recursos próprios. Em todos, repassamos a metodologia”, explica.

A empresa que atende aos requisitos de edital deve fazer as medições e enviar o relatório. Após, é realizada uma auditoria por amostragem, com universidades. Com o material, é criada uma base de dados em que incúem-se imagens por satélite. “Todo esse material servirá de planejamento para a unidade científica. A intenção é mostrar a condição da vegetação por dentro, acompanhando o que está acontecendo a cada cinco anos”, completa Garlet.

Santa Catarina, o primeiro de todos
Motivado pela Resolução nº 278/2001 do Conselho Nacional do Meio Ambiente , o Inventário Florístico Florestal de Santa Catarina (IFFSC), iniciativa do governo estadual, foi concebido em 2003. Após o inventário-piloto em 2005, a metodologia foi adequada em 2007 de acordo com a proposta do Inventário Florestal Nacional, que estava sob discussão na época.

Com o objetivo de conhecer a quantidade e a qualidade das florestas que ainda existem e seu estado de conservação ou degradação, o relatório final do inventário de Santa Catarina deve ficar pronto em 2014. Até o momento, foi calculado que de florestas maduras, com pouca influência humana, são menos de 5% do total dos remanescentes. As restantes são florestas secundárias, em diversos estágios de desenvolvimento. As informações recolhidas podem ser acessadas no endereço www.iff.sc.gov.br.

Além de SC, até 2014 também será possível conferir os relatórios do Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul, Ceará e Sergipe e, em 2016, o relatório do Brasil.

Neste dia, o Portal Agrolink parabeniza todos engenheiros florestais pelo seu dia!

*Com finformações do Confea, Portal do Inventário Florístico Florestal do Estado de Santa Catarina e Correio Braziliense

Agrolink


Fonte: Agrolink

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