Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Pepe Vargas destaca política brasileira que incentiva agricultura familiar

Poucos governos no mundo dispõem de políticas públicas voltadas para o financiamento e o incentivo à produção da agricultura familiar, como o Brasil. E poucos, também, já definiram em lei, como o Brasil, o conceito do que seja agricultura familiar. A afirmativa é do ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Pepe Vargas, ao lembrar os 10 anos de criação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

De acordo com o ministro, se, por um lado, é necessário reconhecer os avanços que foram obtidos até agora, por outro é preciso avançar cada vez mais no aperfeiçoamento das políticas públicas. Criado em 2003, o PAA é uma ação do Governo Federal para colaborar com o enfrentamento da fome e da pobreza no Brasil e, ao mesmo tempo, fortalecer a agricultura familiar.

“É preciso termos esse olhar de reconhecimento. São poucos os países que usam as compras públicas para incentivar a produção da agricultura familiar. Só no PAA e no Pnae - Programa Nacional de Alimentação Escolar, nós temos, este ano, R$ 2,3 bilhões. Na avaliação do ministro é preciso assegurar condições para que todos os agricultores familiares tenham acesso a essas políticas.

O PAA é executado com recursos dos ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com estados, municípios e com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em seus 10 anos de existência, o programa já comprou mais de 3 milhões de toneladas de produtos da agricultura familiar. Foram quase 200 mil famílias atendidas. O volume anual de recursos aplicados passou de R$ 143 milhões em 2003 para R$ 970 milhões em 2012 - crescimento de 580%. Somente na safra 2013/2014, o PAA vai investir R$ 1,2 bilhão.

Como funciona

O PAA utiliza mecanismos de comercialização que favorecem a aquisição direta de produtos de agricultores familiares ou de suas organizações. Parte dos alimentos é adquirida pelo governo diretamente dos agricultores familiares, assentados da reforma agrária, comunidades indígenas e demais povos e comunidades tradicionais. Os alimentos adquiridos dão origem a estoques estratégicos e, em seguida, são distribuídos entre a população mais carente.

Semiárido

Somente para atender os agricultores familiares do Semiárido nordestino, mais castigados com os efeitos da estiagem, o Governo Federal anunciou no dia 4 deste mês, em Salvador, em cerimônia que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff, a destinação de R$ 1,5 bilhão para compras públicas da agricultura familiar na região, na safra de 2013/2014.

Desse total, conforme especificou Pepe Vargas, na ocasião, R$ 600 milhões serão para o Pnaes e R$ 700 milhões para o PAA. O PAA ganhou uma nova modalidade permitindo que agricultores familiares comprem alimentação animal, e também produzam excedente de forragem animal (silagem ou palma forrageira) para vendê-lo por meio do programa.

Para isso, mais R$150 milhões serão destinados pelo Governo Federal, pelo PAA. Desse total, R$ 100 milhões são para a aquisição de alimentação animal e R$ 50 milhões para a compra de mudas e sementes. O limite de vendas desses itens será de R$ 8 mil/ano, por agricultor.

“As nossas taxas de juros, que já são baixas para o conjunto do Brasil, estão sendo colocadas num patamar mais baixo para os agricultores familiares do Semiárido. Assim, o crédito de custeio no Semiárido para a agricultura familiar terá juros de 1% a 3%, no máximo, de acordo com o valor a ser financiado. Para as linhas de investimento, nós estamos baixando as taxas para a faixa de 1% a 1,5%, ao ano”, anunciou o ministro, na ocasião.

Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário


Fonte: Agrolink

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