Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Cooperativas fomentam retorno de produtores ao campo

Não há nada mais traumático para um produtor rural do que deixar a sua terra e ter que enfrentar a cidade. No Brasil, o movimento de êxodo rural aconteceu em diferentes fases - durante séculos - e continua transformando a vida daqueles que nasceram para plantar. Porém, o sistema cooperativista ligado ao agronegócio paranaense está conseguindo, de maneira surpreendente, mudar esta rota, levando o agricultor de volta à sua verdadeira casa. Em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado no sábado (6), a FOLHA conta aos seus leitores quais as estratégias das cooperativas do Estado que estão mudando a vida de muitos agricultores e apresenta histórias marcantes de quem conseguiu se inserir neste novo cenário, fomentado pela diversificação das atividades rurais.

É difícil estimar o número de paranaenses que estão retornando ao campo graças ao sistema cooperativista. Porém, é certo que o investimento maciço em diferentes projetos, como da agroindústria e recebimento de culturas diversificadas, têm facilitado este movimento. De acordo com levantamento da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), a previsão é que as cooperativas invistam este ano por volta de R$ 2,1 bilhões, 60% a mais do que os R$ 1,3 bilhão aplicados em 2012.

De acordo com o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, certamente o processo de agroindustrialização contribuiu para que este movimento de retorno do produtor fosse, de fato, concretizado. Na última década, foram investidos R$ 11,2 bilhões, traduzindo-se na agregação de valor ao produto primário e novas oportunidades de emprego e renda, tanto no campo como na cidade.

"No processo de transformação dos produtos primários, 43% do faturamento atual das cooperativas do Paraná provém de produtos industrializados. Mais R$ 5,7 bilhões foram aplicados nos últimos cinco anos em projetos direcionados à melhoria da infraestrutura, ampliação da industrialização e inovação tecnológica, visando garantir serviços de qualidade aos cooperados. Até 2015, as cooperativas do Paraná esperam que pelo menos 50% da sua movimentação econômica seja resultante de algum processo de industrialização", explica Koslovski.

Além da industrialização, o presidente da Ocepar comenta que as cooperativas investem cada vez mais em alternativas para inovar e diversificar sua atuação no mercado. "Processo este que dá uma maior sustentabilidade ao processo de produção através da redução dos riscos de perdas, tornando a estrutura mais eficiente. O Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas tem levado dirigentes de diversos ramos do cooperativismo paranaense para conhecer experiências de organizações cooperativistas em muitos países e assim tentar aplicar aqui modelos de desenvolvimento que lá são observados."

Atualmente são 135 mil cooperados no Paraná, cerca de um terço dos produtores rurais do Estado. Para assisti-los, por volta de 1,7 mil profissionais de assistência técnica prestam serviço através das cooperativas. O número prova que os investimentos não devem ser apenas em suas estruturas físicas, mas também em capital humano.

Para continuar a crescer, o presidente da Ocepar salienta que os investimentos continuam sendo necessários, mas "sempre com os pés no chão". Ele acredita que o caminho é investir em tecnologia de ponta para as plantas industriais, sempre com o foco em melhorar a eficiência. "Destaco que alguns setores, como o de carnes e derivados (suínos e aves), observam novas e importantes oportunidades no mercado internacional e no crescimento do consumo do mercado interno. Outro setor que tem recebido investimentos é o do complexo soja, o qual tem proporcionado bons resultados para nossas cooperativas."

Victor Lopes

Folha de Londrina


Fonte: Agrolink

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