Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Porto de Paranaguá testa carregamentos de grãos com chuva

O secretário de infraestrutura e logística, José Richa Filho, e o superintendente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino, participaram nesta quarta-feira (03) do primeiro teste de um equipamento de cobertura para navios. Desenvolvido por uma empresa paranaense instalada em São José dos Pinhais, a cobertura permite o carregamento de grão com chuva. Ele é acoplado na ponteira do shiploader e se encaixa no porão do navio, isolando a embarcação da umidade.

“Estamos trabalhando para tentar resolver este problema histórico dos portos que é a impossibilidade de embarcar grãos nos dias de chuva. Se esta solução se mostrar eficiente, como acreditamos que vá, o Porto de Paranaguá poderá ser o primeiro porto do Brasil a operar carga de grãos mesmo com chuva”, explica o secretário.

O protótipo está em desenvolvimento há 14 meses. Agora que o protótipo em escala real 1:1 ficou pronto, serão realizados diferentes testes para certificar a eficiência da estrutura. Em todas as etapas do processo, os componentes do equipamento estão sendo submetidos a rigorosos testes de qualidade, durabilidade, estanqueidade e funcionalidade. “Se obtivermos o sucesso esperado, passaremos às próximas etapas que são a montagem da versão final, o início das adaptações necessárias nos shiploaders para instalação do equipamento e, principalmente, o processo de implantação”, explica Dividino.

Umidade – O equipamento que está sendo desenvolvido faz parte de um projeto pioneiro para carregamento de grãos com chuva. Até hoje, foram discutidas no Brasil soluções para embarque de açúcar com chuva, que é um produto que permite certo nível de umidade pois o produto é bruto e vai para refino no exterior.

No entanto, o milho, a soja e os farelos não toleram nenhum índice de umidade, sob pena de se perder toda a carga. Depois de carregado no navio, o produto fica cerca de 30 dias na embarcação e – caso entre umidade nos porões– a carga chegará fermentada e apodrecida no destino final.

Implantação – Atestado o sucesso do equipamento, a Appa dará início à implantação do sistema. Para isso, serão demonstradas a todos os envolvidos no processo – operadores, armadores, trabalhadores – as características de segurança do equipamento, além de treinamentos do pessoal que irá utilizar a solução. “Vamos promover ainda uma campanha de utilização que irá desde a discussão junto aos terminais privados, embarcadores, até o comandante do navio que não tem a obrigação de aceitar o carregamento nestas condições. No entanto, pretendemos dar preferência aos navios que se dispuserem a trabalhar com o equipamento em caso de chuva”, explica Dividino.

O equipamento deverá operar somente com chuvas leves e, em caso de chuvas intensas e ventos, ele será desativado de forma a resguardar a segurança dos trabalhadores, da carga e do navio.

“Acreditamos que estamos entrando numa nova era, que irá possibilitar o aumento das operações até que o governo federal dê andamento aos processos dos novos terminais que projetamos para os portos do Paraná”, afirma Richa Filho.

De janeiro a junho deste ano, o Porto de Paranaguá registrou 51 dias de paralisações nas operações do Corredor de Exportação em função da chuva.

Agrolink com informações de assessoria


Fonte: Agrolink

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