Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Safra 13/14: Cotação segura negócios

Valor da saca no mercado futuro é quase 15% menor do que foi travado em igual momento do ano passado e represa as vendas

MARIANNA PERES

As negociações da safra 2013/14 de soja, em Mato Grosso, começaram a caminhar de maneira mais contínua nas últimas semanas, mas ainda estão com ritmo muito aquém do registrado até a primeira quinzena de junho de 2012, quando quase 50% da produção estimada para aquele ciclo estavam comercializadas, ou seja, com valores travados meses antes do início do plantio, que ocorre a partir de 15 de setembro. Conforme os analistas, o freio aos negócios é uma reação automática do preço futuro, que na comparação entre os períodos está 14,29% inferior, ou seja, passou de uma média de R$ 49 para R$ 42 por saca, no Estado.

Para a tomada de decisão, o sojicultor avalia que além da cotação inferior na comparação entre os períodos, os custos de produção para o novo ciclo estão – até a base março – em cerca de R$ 2,3 mil o hectare, ante um desembolso médio inferior a R$ 2 mil na safra 2012/13.

Como explica o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o levantamento de comercialização do mês de junho mostra que 21,7% da produção da safra 2013/14 estimada em de 25,3 milhões de toneladas foram comercializadas, o que significa dizer que pouco mais de 5,30 milhões de toneladas estão com preços fixados, restando ao produtor apenas cumprir a entrega do grão, tão logo dê início à colheita, a partir de meados de janeiro, se a produção comercializada for da variedade precoce, mas em geral, os contratos futuros têm como base a entrega para março, em Mato Grosso. No ano passado estavam vendidos antecipadamente 46,1% da produção.

Como destaca o Imea, ocorreu uma evolução de 9,5 pontos percentuais (p.p.) quando comparado com o mês de maio, momento em que o acumulado do ano apontava para um total de 12,2% de soja trava no mercado futuro.

A região centro-sul foi a que mais comercializou, com 27,1%, seguida da médio norte, com 23,4%. Já a região nordeste é a mais atrasada, com apenas 13,4% comercializados. “Ao se comparar a comercialização deste ano com a média dos últimos quatros anos, ela está 1 p.p. à frente. Porém, mesmo com todo o avanço mensal, quando comparada com a comercialização da safra passada, este está 24,4 p.p. atrasada. No ano passado, neste mesmo levantamento, Mato Grosso já tinha comercializado 46,1% da oleaginosa”, reforçam os analistas do Imea.

COTAÇÃO – Ainda conforme o Imea, a comercialização média para o Estado na safra 2012/13 chega a 88% em junho, com um preço médio de R$ 47,4/saca. No último mês, os produtores de Mato Grosso comercializaram 5% da safra 2012/13, com um preço de R$ 50,66/saca, o melhor valor médio de venda desde setembro de 2012, quando os produtores comercializaram em média a R$ 55,94/saca, recebendo 7% mais que o preço médio de todas as negociações até o momento. Após a comercialização de janeiro, os preços da soja tiveram desvalorização até abril, quando houve os piores preços de negociação, R$ 42,7/saca. Após o mês de abril, com a melhora no preço do frete, o aumento do dólar e uma valorização em Chicago o preço interno se elevou.

MERCADO DE CLIMA – Ainda como destaca o Imea, na última semana ocorreu uma evolução significativa no ritmo de semeadura da soja nos Estados Unidos. Segundo o Departamento de Agricultura daquele país (USDA), a evolução foi de 14 p.p., atingindo uma semeadura de 71% da área destinada à oleaginosa. “A situação é atípica e está aumentando bastante o risco sobre a produção daquele país, que segundo o USDA deve ser de 92,2 milhões de toneladas”. E é sobre a especulação do que virá é que o mercado começa andar e elevar as cotações.

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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