Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Ferrugem deixa prejuízo de US$ 1 bilhão em MT

Sojicultores de Mato Grosso perderam 40 milhões de sacas de soja na safra 2012/2013; vazio sanitário começou no sábado (15)

Sojicultores mato-grossenses perderam cerca de US$ 1 bilhão na safra 2012/2013 em decorrência da ferrugem asiática. Número apresentado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) está relacionado ao cultivo de uma área de 8 milhões de hectares, em que os prejuízos chegaram a 5 sacas (60 kg) por hectare, totalizando 40 milhões de sacas perdidas. A perda financeira foi calculada considerando a cotação de US$ 24 por saca do grão. Para reduzir os prejuízos, começou no sábado (15) o vazio sanitário, que segue até 15 de setembro, período em que os produtores estão proibidos de cultivar a soja e têm a obrigação de destruir a planta guaxa, ou tiguera.

Para o diretor técnico da Aprosoja, Luiz Nery Ribas, a maior preocupação de todos são as plantas guaxas que causam a contaminação das plantas e cujos registros começaram em 2004. “A eliminação é fundamental e primordial para o bom andamento da próxima safra. Cabe ao produtor uma conscientização em cumprir a lei, mas também limpar as margens das rodovias que mesmo sendo dever das autoridades públicas contribuem para o melhoramento da safra”. Ribas explica que neste conjunto de ações todos tem seus deveres. “Além das boas práticas através do trabalho de conscientização que realizamos, temos reduzido a perda em função do clima e também do monitoramento realizado durante os 90 dias”.

O coordenador da Comissão de Defesa Vegetal do Ministério da Agricultura em Mato Grosso (Mapa), Wanderlei Dias Guerra comenta que a destruição das guaxas deve ocorrer antes de iniciar o período do vazio sanitário e incentiva o uso da soja precoce. “A tarefa do produtor se baseia na grande ação que é este período. E isso deve começar a ser feito antes mesmo do dia 15. É importante que os produtores saibam que a partir desta data não pode mais haver plantas nas lavouras. Para garantir melhor rentabilidade e reduzir o risco de contaminação da soja precoce pelo fungo”.

A multa para os produtores que não seguirem as normas é de 30 Unidades de Padrão Fiscal (UPF’s), equivalentes a R$ 2,250 mil, sendo que cada UPF custa R$ 75, além da interdição de propriedade até que elimine a soja guaxa. Essas medidas são tomadas para estimular o cuidado com a germinação da planta no período proibitivo.

O vazio sanitário é adotado desde 2006 em 12 estados do país. Além do Mato Grosso também aderem à proibição Goiás, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Paraná, Bahia, Rondônia, Maranhão e Pará.

Gazeta Digital


Fonte: Agrolink

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