Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Citricultura deve remunerar melhor em futuro próximo, mas perfil do produtor “sobrevivente” mudará

Atividade que já representou 6% das exportações do agro brasileiro, vive momento de crise de preços, baixa demanda e doenças, perdendo importância e produtores

Cristina Rappa

Especialistas reunidos na 35a Semana da Citricultura, realizada de 3 a 6 de junho no Centro de Citricultura Sylvio Moreira, do IAC , em Cordeirópolis (SP), mostram-se céticos quanto à situação dos produtores no curto prazo, mas preveem que quem conseguir sobreviver a mais um ano de crise vai se beneficiar de um aumento dos preços, já que a oferta está caindo nas maiores regiões produtoras – São Paulo e Flórida – por causa de crise e problemas fitossanitários.

A citricultura passa por um momento delicado com queda do consumo do suco no mundo em função de crise econômica, concorrência com outras bebidas – como isotônicos, refrigerantes, energéticos, outros sucos, água com gás e de coco –, aumento dos custos de produção com mão de obra e insumos para controlar pragas e doenças, sendo a principal o greening; e baixa liquidez no Brasil, por causa dos estoques altos nas indústrias e de sua verticalização. As indústrias produzem em suas próprias fazendas cerca de 40% da matéria-prima que precisam, levando o citricultor independente à situação de não ter para quem vender suas frutas. No último ano, mais de 2 mil produtores abandonaram o setor, migrando para a cana-de-açúcar ou grãos, como soja e milho.

Para fugir dessa situação, a economista do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP Margareth Boteon prega a necessidade de se buscar opções para a indústria. Para ela, os desafios do citricultor brasileiro são muitos e, mais do que problemas conjunturais, como estoques e preços, há graves problemas estruturais, em função da forte concentração das indústrias e da falta de mercado interno para o suco.

Boteon acredita que a situação tende a melhorar com a retomada das exportações para os EUA, que estão com pouco suco para abastecer o seu mercado interno, a consequente diminuição dos estoques, a valorização do dólar frente ao real, e a menor oferta de fruta nos próximos anos, em função da diminuição da produção tanto em SP quanto na Flórida. O problema é o citricultor sobreviver até lá.

“Não tenho dúvida de que se conseguirmos virar a esquina vamos voltar a ter uma citricultura que remunere novamente o citricultor”, afirmou, otimista, Maurício Mendes, CEO da consultoria Informa Economics FNP.

Os especialistas concordam em um ponto: vai haver mudanças no perfil do citricultor e no pacote tecnológico da citricultura. Devem se manter na atividade citricultores que produzem mais do que 100 mil caixas por hectare, que têm acesso a um maior nível de tecnologia e que sejam produtivos, colhendo, pelo menos, mil caixas por hectare. “Produtividade é a chave do negócio”, resumiu o consultor Leandro Aparecido Fukuda, da FarmAtac e do Gtacc.

Comunicação e qualidade

Mendes, que é também presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural (ABMR&A) fez uma crítica: “produzimos um alimento, o suco de laranja, que é mais saudável que isotônicos e refrigerantes, bebidas que estão tomando o seu lugar. Mas não estamos sabendo informar essa vantagem ao consumidor”. O que é uma pena, uma vez que o mercado interno representa uma oportunidade, com a ascensão ao consumo das novas classes D e E.

Além da comunicação mais eficiente, o que deve ser melhorado, para conquistar esse novo consumidor e vencer a concorrência com outras bebidas – recomenda Mendes – é a qualidade do nosso suco. “Hoje temos no mercado um néctar, que é pouco suco e muito açúcar e água”, diz.

Outros pontos de uma agenda positiva para a recuperação do setor seriam, segundo o especialista: maior investimento em defesa sanitária, para prevenir novas doenças e pragas e melhor controlar as já existentes; a desoneração do setor; e o investimento no diálogo, na organização e na união de forças, para se chegar a um consenso, para a formação dos preços da caixa de laranja.

Sou Agro


Fonte: Agrolink

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