Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Feijão safrinha apresenta boa qualidade no RS - e outras culturas

Segundo dados do Informativo Conjuntural, elaborado pela Emater/RS-Ascar, a qualidade dos grãos da safrinha de feijão é considerada muito boa. A evolução da cultura é normal no Estado com aproximadamente 80% da área colhida, outros 5% estão na fase de enchimento de grãos e 15% dos grãos estão maduros esperando a colheita. A produtividade estimada (1.388 kg/ha) se mantém, mas ocorrendo lavouras finais com rendimento superior a este, podendo ainda haver alterações na média final do Estado. Os produtores estão colhendo e ofertando o produto para fazer caixa e pagar dívidas próximas, uma vez que os preços são atrativos. A comercialização no RS, nesta semana, permaneceu estável, mantendo o preço médio da saca de feijão preto em R$ 131,64, mas estando 34,2% acima da média histórica geral.

O plantio do trigo não evoluiu de maneira satisfatória durante a semana. A inconstância do tempo, alterando períodos longos de alta umidade, tem prejudicado o andamento do processo. Em âmbito estadual, o percentual chega a 12% do total projetado, mesmo percentual verificado na safra passada nesta mesma época. Na média, este percentual deveria ser de 20%. Na região de Santa Rosa, uma das maiores produtoras, os agricultores estão preocupados com o atraso e esperam entrar nas lavouras nesta semana. Em termos de cotação, a saca de 60 kg do produto teve pequena desvalorização (-0,49%), ficando na média estadual a R$ 30,54.

Na região do Vale do Caí, aumentou rapidamente o volume colhido das frutas cítricas. Entre as bergamotas, a cultivar Caí já atinge 60% das frutas colhidas e a Ponkan, 30%. A alta incidência da mosca-das-frutas também tem apressado a colheita das laranjas, bastante atacadas pelas pragas. As cultivares Umbigo Bahia e Céu Precoce já estão em final de colheita, com percentual de frutas colhidas de 90% e 85%, respectivamente. A qualidade das frutas cítricas continua muito boa, graças às boas condições climáticas atuais e ocorridas durante a fase de desenvolvimento.

Há uma produção abundante de hortaliças folhosas, mas as altas umidades do ar, favorecidas pela ocorrência de precipitações no período, intensificam ataque de doenças fúngicas. Na região Sul, em algumas propriedades, houve danos devido à chuva forte e ao granizo. Na região Noroeste Colonial, durante a semana houve intensificação do transplante das espécies folhosas. Os preços começam a dar sinal de baixar, embora ainda haja procura por parte das escolas para a alimentação de escolares.

As lavouras de mandioca estão com desenvolvimento normal. Em andamento a colheita com boa produtividade e bom preço. Mandioca de primeiro ano passa a apresentar bom cozimento, em consequência das baixas temperaturas, o que favorece a comercialização. No Vale do Taquari, a colheita atinge 70% e o valor da caixa de 22 kg varia de R$ 12,00 a R$ 13,00.

Agrolink com informações de assessoria


Fonte: Agrolink

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