Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Preso aceita delação premiada e confirma fraude do leite

Transportador também entregou envolvimento de cooperativa paranaense no esquema

Preso na segunda fase da Operação Leite Compen$ado, um dos transportadores aceitou a proposta de delação premiada do Ministério Público (MP) e confirmou o esquema criminoso de adulteração do leite in natura, com adição de água e ureia – que contém formol na composição. O acusado deu detalhes de como funcionava a fraude. Nesta quinta-feira, subiu para seis o número de presos na segunda etapa da Operação. Um transportador se apresentou à Polícia Civil de Três de Maio, no Noroeste gaúcho.

O transportador prestou depoimento hoje aos promotores Mauro Rockenbach e Alcindo Luz Bastos da Silva Filho. Ele afirmou que em apenas uma oportunidade a Confepar, união de cooperativas no Paraná que recebia o leite adulterado, rejeitou a carga. Em função do acordo, o MP deverá pedir a redução de metade da pena do suspeito.

“Resolvemos propor esse acordo pela qualidade da informação trazida ao conhecimento do MP. Nosso principal objetivo neste momento é estancar a atuação predatória e criminosa da Confepar no Rio Grande do Sul”, salientou Rockenbach. Conforme explica o promotor, o ganho da empresa paranaense estava centralizado no volume de leite recebido: “A indústria gaúcha está ociosa em 50% de sua planta. A Confepar praticava uma concorrência desleal, em prejuízo ao RS”.

No depoimento, o homem disse que até dezembro de 2012 transportava leite para a Latvida. Em função de problemas com a empresa, ele passou a negociar com uma concorrente. Nesse meio tempo, foi apresentado a um técnico da Confepar, que manifestou interesse em ficar com as suas rotas de produtores, inclusive propondo pagar mais do que a concorrência.

Conforme confirmou esta tarde ao MP, dez dias depois ele começou a utilizar uma fórmula de adulteração repassada por um conhecido. Posteriormente, o técnico da Confepar teria entregue a ele a mesma fórmula e sugerido sua utilização, dizendo que nenhuma análise detectaria a adição de água. Ela consistia em adicionar 70 litros de água e 300 gramas de ureia ao leite.

O depoente ressaltou que a mistura de água e ureia era adicionada ao leite depois da coleta junto aos produtores e colocada em todos os tanques, não separando leite de boa qualidade do adulterado. Ele informou ao MP que quando havia fiscalização do Ministério da Agricultura era avisado para desviar a rota.

Por envolver uma empresa de fora do RS, o subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Marcelo Dornelles, manteve contato com o secretário Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi; com o presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa, deputado Edson Brum; e com o presidente da Comissão de Representação Externa para acompanhar as investigações da fraude do leite no RS.

Correio do Povo


Fonte: Agrolink

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