Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Na China, Brasil pede agilidade em análise de sementes trangênicas

Em uma iniciativa inédita, os ministérios da Agricultura de Brasil e Argentina realizaram uma reunião com o Ministério da Agricultura chinês nesta quinta-feira, em Pequim, em que defenderam um tema de interesse comum aos dois países sul-americanos: a aprovação de novas sementes geneticamente modificadas, principalmente de soja. A reunião foi presidida pelo ministro da Agricultura chinês, Han Chengfu, e teve a presença do secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Célio Porto, do secretário de Defesa Agropecuária do MAPA, Enio Marques, e do vice-ministro da Agricultura da Argentina, Lorenzo Basso. A ministra conselheira encarregada de Negócios do Brasil na China, Tatiana Rosito, e o embaixador da Argentina em Pequim, Gustavo Martino, também acompanharam o encontro.

O objetivo da reunião foi garantir a aprovação da comercialização de novos tipos de sementes geneticamente modificadas, já liberadas pelas legislações tanto brasileira quanto argentina, mas que ainda estão pendentes na China. A intenção é que não haja restrições por parte de Pequim para o comércio do grão, uma vez que a China é o maior comprador de soja do Brasil.

“O gesto do governo chinês, em que o ministro recebeu três vices-ministros, demonstra importância que Pequim dá à relação com os países do Cone Sul”, explicou o secretário de Relações Internacionais do Mapa.

O ministro chinês instruiu as diretorias de Cooperação Internacional e de Ciência e Tecnologia a acelerarem a análise dos registros das sementes de Brasil e Argentina, ainda que não tenha definido a data de conclusão deste processo. Os vice-ministros sul-americanos enfatizaram que tanto Brasil quanto Argentina não gostariam de aguardar por mais um ano a aprovação do pedido. Sob o ponto de vista legal, não há registrição para o plantio destas sementes junto aos produtores no Brasill. O que há é um consenso no setor privado de que é necessária a aprovação chinesa antes de dar início ao plantio, principalmente para não enfrentar barreiras ao entrar no mercado chinês.

Em contrapartida, o ministro chinês pediu uma posição de Brasília e de Buenos Aires sobre a presença no Foro de Cooperação Agrícola da China com os Países da América Latina e do Caribe, a ser realizado em Pequim, em 9 de junho. Pela parte brasileira, o convite será analisado em Brasília.

Porto e Marques estiveram na China também para participar do Salão Internacional de Alimentação de Xangai (Sial). O Brasil esteve presente com um pavilhão de 336 m2, numa ação dos ministérios da Agricultura e de Relações Exteriores. Houve a participação de 43 empresas brasileiras. Segundo o diretor do Departamento de Promoção Internacional do Mapa, Marcelo Junqueira, a feira foi um sucesso. Os negócios fechados durante os três dias de evento são estimados em US$ 15 milhões. “Nossa participação foi um sucesso estrondoso”, avaliou Junqueira.
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Apenas em 2012, a corrente de comércio do setor agrícola entre China e Brasil representou quase US$ 20 bilhões, um aumento substancial ante os US$ 2,3 bilhões de 2003. A soja representa o principal produto, e o governo brasileiro trabalha para ampliar a pauta de exportações, especialmente em relação a produtos de maior valor agregado. A Sial teve a presença de empresas dos setores de carne, vinhos, latícinios, entre outras.


Fonte: Agrolink

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