Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Soja: Custo total em 51 sacas no Mato Grosso

Plantio pode passar de R$ R$ 2.291 por hectare cultivado em Mato Grosso, na próxima safra. Conta pode ficar negativa

Se o plantio de soja começasse hoje, em Mato Grosso, o sojicultor seria obrigado a colher pelo menos 51 sacas por hectare (sc/ha) para empatar receita e despesa. Entretanto, o arrojo em superar a produtividade não depende apenas da dedicação e da tecnologia aplicada e sim, do clima, afinal, nesta safra a média mato-grossense foi a menor em cinco anos, 49,8 sc/ha, redução de 1,1% ante o contabilizado em 2011/12, graças à imposição de fatores decorrentes da adversidade climática que encolheu o rendimento do grão.

Se nos últimos dez anos a sojicultura registra média de margem de R$ 90/ha, para 2013/14 a perspectiva é de que o saldo positivo caia para R$ 70/ha, lucro, que apenar de indicar um ganho, será o menor da década para a mais cara de todas as safras em mais de 30 anos de soja no Estado.

Se na safra colhida há pouco mais de um mês o custo de produção ampliado em mais de 20% foi uma dura realidade, mesmo com um cenário favorável de preços, imagina uma despesa pelo menos 21% maior e a receita destinada a encolher ainda mais? A contabilidade que arrefece qualquer ânimo para 2013/14 – panorama totalmente oposto ao que adubou o plantio em 2012/13 - é fruto de uma média atual de preços em R$ 45 a saca, para um custo total (insumos, arrendamento e depreciação da terra) em R$ 2.291. Considerando apenas o desembolso com insumos (sementes, fertilizantes e defensivos) a conta vem pesando nas últimas safras aos mato-grossenses. Em 2009/10 era R$ 991, passando a R$ 768 em 2010/11, a R$ 812 em 2011/12, a R$ 968 em 2012/13 e estimada em R$ 1.169 para 2013/14, o maior valor já visto no Estado.

Depois de pelo menos três safras seguidas de boa rentabilidade na atividade, com picos de ganhos de até R$ 700/ha, a sequencia para o novo ciclo está ameaça, mesmo a mais de quatro meses para o início da retomada dos trabalhos no campo e para uma safra que ainda não teve seu tamanho dimensionado, mas que pode ser novo recorde e ofertar cerca de 25 mil toneladas. O cenário classificado como “perigoso” pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) reflete a escalada do custo de produção em um contexto oposto à saca da commodity.

Como explica o superintendente do Imea, Otávio Celidônio, a alta dos custos de produção é puxada pelas variações positivas dos insumos. “Com a alta verificada temos de fato um cenário perigoso e com as margens de renda cada vez mais espremidas. Essa nova safra está pelo menos 21% acima da anterior, que era até então o recorde. Ou seja, a nova safra está longe de começar, mas já nasce como a mais cara do Estado, acima de R$ 2,29 mil por hectare”.

Como destaca Celidônio, os custos são como armadilhas para o produtor. “Os preços da saca subiram no ano passado e os insumos acompanharam. Agora, a saca indica um caminho inverso e os insumos se mantêm elevados. Na crise de 2008, quando estourou a crise norte-americana, o plantio estava encaminhado, as compras feitas e a escalada do dólar não influenciou naquele momento, vindo a impactar apenas na safra seguinte, a 2009/10”, explica. Como completa, as altas sobre os insumos são mais duradouras e os ganhos sobre as cotações em geral, extremamente voláteis, flutuantes.

O panorama que desponta no horizonte não traz nenhum ineditismo para o sojicultor mato-grossense, pelo contrário, lembra e muito, a safra 2004/05 quando o descasamento entre receita e despesa desencadeou a grande crise do segmento agrícola no Estado e no país, convulsão que ainda hoje pesa no orçamento dos produtores que sobreviveram ao momento e ainda pagam pelas dívidas que foram repactuadas. “Olhando pra trás, a grosso modo, a saca teve a cotação ampliada de média de R$ 17 em 2005/06, para R$ 48,50, média da safra 2012/13, apesar do salto, tivemos no caminho crises, ampliação ano-a-ano dos custos de produção e um outro indicador que chegou fazendo estrago e vai continuar e corroer a renda no campo: o frete”.

Plantio pode passar de R$ R$ 2.291 por hectare cultivado em Mato Grosso, na próxima safra. Conta pode ficar negativa

Nas últimas dez safras, a sojicultura no Estado registra a seguinte evolução: nas safras 2004/05 a 2009/10, contabilizando uma pela outra, não se perdeu e nem ganhou dinheiro, se empatou custos. De 2010/11 a 2012/13, houve margem positiva, ou seja, ganhos. “Agora, para a safra 2013/14, ainda se projeta margem positiva, mas por enquanto, a menor já vista desde então”, frisa Celidônio. O Imea não estratifica as margens médias de lucro em cada uma nas safras citadas, mas entre o céu e o inferno da rentabilidade proporcionada pela cultura, houve a máxima de perdas de R$ 400 por hectare como o ápice de lucro em R$ 700/ha\".

Questionado sobre até onde esse custo pode chegar ao Estado, Celidônio diz que é algo muito difícil de se calcular, mas que em suma, vai até onde a capacidade financeira do produtor aguentar.

Diário de Cuiabá


Fonte: Agrolink

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