Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Relator quer votar custos de produção rural no Mercosul na terça

Entre outras medidas, Heinze sugere ao governo brasileiro a redução dos tributos incidentes sobre máquinas e implementos agrícolas; e a diminuição dos custos de infraestrutura e logística portuárias.

A subcomissão que analisa as diferenças de tratamento entre os produtores brasileiros e os dos outros países do Mercosul deve votar o parecer do relator, deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), na terça-feira (7). De acordo com o parlamentar, a harmonização de políticas tributárias, agrícolas e econômicas, prevista no Tratado de Assunção (que criou o bloco há 22 anos), não aconteceu e os produtores nacionais têm desvantagens de competitividade.

“A Petrobras é uma grande exportadora de diesel para a Argentina e, paradoxalmente, os produtores argentinos pagam mais barato que os brasileiros pelo combustível. Isso é basicamente por causa da carga tributária que é maior no Brasil que no país vizinho”, explicou Heinze, em relação ao óleo diesel usado na produção de alimentos.

Além do diesel, o deputado aponta outros custos maiores no Brasil que nos outros países do bloco econômico, como energia elétrica, máquinas agrícolas, fertilizantes e produtos fitossanitários.

Soluções
Para corrigir as distorções, o relator sugere que a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural – a quem a subcomissão é vinculada – sugira à Casa Civil e aos ministérios da Fazenda, Planejamento, Minas e Energia, Agricultura e Transportes a adoção de 16 medidas. Entre elas:
- a redução da carga tributária incidente sobre máquinas e implementos agrícolas;
- a desoneração do óleo diesel utilizado na produção de alimentos;
- a criação de programa de redução da energia elétrica rural;
- a diminuição dos custos de infraestrutura e logística, em especial os relacionados ao setor portuário; e
- a isenção de impostos para a produção e comercialização de fertilizantes, defensivos e sementes.

O relator espera conseguir o apoio do governo para as mudanças propostas. “Aprovaremos o relatório na comissão e faremos uma reunião com o ministro [da Agricultura, Antônio Andrade] explicando essas diferenças [entre os países]. Vamos buscar nos canais competentes, principalmente na Fazenda, resolver a questão tributária”, declarou Heinze.

Segundo ele, o Brasil tem se beneficiado com o Mercosul, mas isso tem acontecido às custas de produtores rurais dos estados da Região sul e do Mato Grosso do Sul, que, por sua vez, não conseguem manter a competitividade com seus pares argentinos, uruguaios e paraguaios.

“Para o Brasil, o Mercosul é importante para exportar automóveis, geladeiras, bicicletas, calçados e outros produtos industrializados. E qual a moeda de troca? Basicamente, o arroz, o trigo, a cebola, o alho, o leite e a carne de cordeiro”, criticou o parlamentar.

Heinze enfatizou que as distorções de competitividade entre produtores rurais brasileiros e dos demais países do bloco econômico devem ser resolvidas internamente e não em detrimento dos outros países. “Nossa pressão é em cima do governo brasileiro para que ele possa alterar essas condições.”


Fonte: Agrolink

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