Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Pesquisas da Embrapa abrem perspectivas para produção de milho no Amazonas

Cultivar milho sempre foi um desafio para os agricultores no Amazonas . Alguns resultados de recentes pesquisas desenvolvidas pela Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus-AM) abrem boas perspectivas para minimizar as dificuldades com o cultivo desse grão no estado. Uma delas é a recomendação de novas variedades de milho para terra firme e várzea que possibilitarão um aumento na rentabilidade do produtor, tanto para comercialização de milho verde quanto em grãos secos. Também como resultado de pesquisa já se tem disponível um conjunto de informações técnicas para orientar a melhor forma de cultivo, nas condições do Amazonas.

Essas informações serão apresentadas a produtores e técnicos, através de curso sobre Sistema de Produção de Milho, que será oferecido pela Embrapa no final do mês de julho. As inscrições estão abertas e o curso é gratuito, direcionado a produtores, técnicos agrícolas e agrônomos interessados no cultivo de milho.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Inocencio Junior de Oliveira, as novas variedades tem produtividade 20% a 25 % maior que as variedades cultivadas no estado. Isso representa que com as novas variedades milho estima-se uma produtividade de 5.000 kg/ha, em grãos de milho seco. Para o milho verde, pode-se colher 40.000 espigas comerciais por hectare (ha). Considera-se “espigas comerciais”, aquelas em bom estado e com tamanho maior que 15 cm de comprimento e 3,5 de diâmetro.

De acordo com a Conab, na safra 2013, o Brasil colherá aproximadamente 76 milhões de toneladas de milho, numa área de 15,5 milhões de hectares, o que representa uma produtividade de quase 5 toneladas por hectare. Já a região Norte possui uma produtividade média 2,9 toneladas por hectare, com cerca de 558 mil hectares cultivados. O Estado do Amazonas produz apenas 36 mil toneladas de milho em 14,4 mil hectares, obtendo uma produtividade de 2,5 toneladas por hectare, valor aquém da média da região Norte e do Brasil. Dados de pesquisas realizadas na Amazônia Ocidental, relatam a produtividade de novas variedades de milho em várzea amazonense de 6 toneladas por hectare e em terra firme de 5 toneladas por hectare.

Nas pesquisas com a cultura do milho, a Embrapa Amazônia Ocidental vem selecionando variedades e híbridos mais produtivos e adaptados às condições de solo e clima do Estado do Amazonas, tanto para o cultivo em várzea quanto em terra firme, ao avaliar os materiais em diversos locais. Estão sendo testados 42 materiais, entre variedades e híbridos, que podem ser utilizadas como milho-verde , para consumo humano, e milho em grãos, para ração animal.

Os benefícios esperados com esses resultados de pesquisa da Embrapa são o aumento da produtividade de grãos e do número de espigas verdes comerciais ao recomendar variedades e híbridos adaptados às condições de solo e clima amazonenses.

O pesquisador Inocencio Junior explica que para o cultivo de milho dar bons resultados é necessário o produtor ter alguns cuidados na escolha das variedades, no preparo do solo e na condução do cultivo. “Uma série de fatores garantem bons resultados com o cultivo do milho, especialmente, descompactar o solo, corrigir a acidez do solo com calcário e disponibilizar a quantidade de nutrientes que o solo necessita, com adubações”, explica Inocencio. Essa quantidade é identificada pela análise química do solo, e o preparo do solo é feito por meio arações e gradagens.

O milho é uma cultura exigente em nutrição e fertilidade do solo, especialmente, nitrogênio e fósforo. Por isso, o pesquisador relaciona como principais dificuldades para se produzir milho no Amazonas: o custo de produção, pelos altos valores de calcário e adubos, e pelo fato dos solos de terra firme possuírem baixa fertilidade e elevada acidez. Também influencia o fato de o Amazonas não possuir estrutura de beneficiamento, armazenamento e secagem de grãos.

Como os produtores são pouco tecnificados, a maioria prefere produzir milho-verde, que possui maior valor agregado, ao invés de milho em grãos.

Para as condições do Amazonas, o pesquisador Inocencio orienta que “o produtor deve semear em época adequada, de novembro a março em terra firme e de outubro a novembro em várzea, escolher variedades ou híbridos recomendados pela pesquisa, pois estes já foram avaliados em diversos locais e por vários anos, além de realizar controle de plantas daninhas com o uso de herbicidas no momento adequado". Em relação a colheita, acrescenta que é necessário ainda secar e armazenar os grãos corretamente e comercializar antecipadamente as espigas verdes.

Os interessados no curso sobre Sistema de produção de milho podem entrar em contato com o Setor de implementação da programação de Transferência de Tecnologia, na Embrapa Amazônia Ocidental, pelo telefone (92) 3303-7073.

Agrolink com informações de assessoria


Fonte: Agrolink

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