Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Consumidores e comerciantes reclamam do preço do tomate

Cristina Indio do Brasil

Rio de Janeiro - "Um quilo de tomate a quase R$ 10 é um absurdo", critica a doméstica Selma Santos Gonçalves, que trabalha em uma casa no bairro do Humaitá, zona sul do Rio. Ela disse que para quem cozinha e quer botar na mesa uma salada todo dia fica muito caro. "Eu vejo quanto a minha patroa gasta para comprar. Estou vendo que também a alface está com o preço salgadinho", comentou. Segundo Selma, o jeito é mudar o cardápio. "Muda sim. Tem que mudar por causa o preço. Se não dá para uma coisa, a gente tem que trocar e colocar outra que está mais em conta", aconselhou.

Adriano Casares Gomes começou a trabalhar como feirante em 1960 e a mulher dele, Lucília Souza Gomes, três anos depois, sempre vendendo tomates em feiras livres nos bairros do Lins de Vasconcelos, do Engenho de Dentro e da Penha, todos no subúrbio do Rio. O casal de portugueses da região de Trás-os-Montes disse que nunca viu o produto com o preço tão alto."Bateu o recorde. Todo ano, nesta época, o produto sobe, mas este ano foi demais, ultrapassou o limite", completou Adriano.

Lucília tem 80 anos e diz que os dois são os feirantes mais antigos. Ela lembrou que o casal ainda tem outros custos, como a compra dos saquinhos para o consumidor levar os tomates e o aluguel do tabuleiro para expor o produto na feira. Eles disseram que compram o produto na Central de Abastecimento (Ceasa), em Irajá, onde chegaram a pagar R$ 160 pela caixa do tomate. Na avaliação deles, para os fregueses comprarem com preço mais baixo, teriam que encontrar a caixa por no máximo R$ 60. "Nesta semana baixou um pouco e chegou a ficar em R$ 100. Se chegar a R$ 60 a gente consegue vender a R$ 5", contou Adriano, que estava vendendo o quilo do produto por R$ 8 nesta sexta-feira (5), no Lins de Vasconcelos.

Na zona sul do Rio, Carlos Antônio Soares trabalha em uma mercearia dentro da Companhia Brasileira de Alimentos (Cobal) de Botafogo e também sofre com a alta do preço do produto. Lá, o quilo do tomate chegou a quase R$ 11. "O pessoal reclama muito e diminui a quantidade devido ao preço. Quem comprava dois quilos compra meio quilo, mas já começou baixar", disse Soares, que estava vendendo o quilo a R$ 9,80.

Para o economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz, o preço do tomate, que sofreu aumento de 150% nos últimos 12 meses deve começar a cair em abril. "O pico de preço foi em janeiro. A perspectiva é de queda do preço do produto nos próximos meses." Braz disse que por causa de outros fatores, como o aumento do custo da mão de obra e do diesel, o consumidor ainda vai encontrar o produto com preços elevados, mas perceberá uma queda em relação aos registrados entre janeiro e março. "A alta em janeiro, fevereiro e março é natural por que tem o período de entressafra de vários protudos, mas a do tomate é marcante."

O economista destacou que em 2010 e 2011 o produtor não teve um bom retorno com o tomate e o reflexo foi a redução da área plantada, que contribuiu para a elevação do preço no início de 2013. "A redução da área plantada foi notada especialmente em 2012, que teve a área inferior a de 2011", completou.

Na avaliação de André Braz, este foi um fenômero nacional. "Praticamente todas as cidades sofreram com a falta do produto. No Nordeste a alta ficou em 30%, na mesma dimensão de 2011", explicou.

Edição: Andréa Quintiere

Agência Brasil


Fonte: Agrolink

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