Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Produtor familiar do nororeste fluminense poderá adquirir lotes em projeto de irrigação

Cristina Indio do Brasil

Rio de Janeiro - Produtores de agricultura familiar do noroeste fluminense vão ser atendidos por um projeto de irrigação e, a partir de 2014, poderão plantar em lotes que vão adquirir por meio de financiamento. Segundo o secretário estadual de Agricultura e Pecuária, Christino Áureo, os lotes estarão no entorno das barragens que serão construídas para resolver o problema de enchentes na região.

"A obra principal que vai ocorrer na região é o armazenamento em barragens e lagos. Como teremos a acumulação de água, vamos fazer um investimento em irrigação específico", disse. Áureo informou que a região sofre um impacto muito forte das águas que descem do estado de Minas Gerais, pelos rios Muriaé e Pomba, e atingem cidades como Itaperuna e Santo Antônio de Pádua.

O secretário adiantou que o valor dos lotes será simbólico, mas ainda não foi definido por que depende dos cálculos de aquisição da terra que o governo estadual vai fazer para a contrução das barragens na região. "São lotes em perímetros irrigados que serão licitados aos produtores que hoje são nômades, rodam a região noroeste plantando tomate cada ano em um lugar, por que não têm água. Eles vão poder se tornar um produtor absolutamente fixo e referenciado no entorno das barragens e lagos, na obra de prevenção de cheias", disse.

Os lotes serão obtidos a partir das desapropriações que serão feitas, pelo governo estadual, em propriedades rurais para a construção das represas. " O estado vai adquirir áreas para que elas sejam utilizadas na formação das represas de acumulação e, além disso, essa aquisição será estendida para uma dimensão um pouco maior para compreender a formação dos lotes", explicou. O secretário disse que os produtores vão receber junto com os lotes, equipamentos de irrigação e estufas para o cultivo. "O que ele vai precisar fazer é ir para lá com o seu conhecimento, sua tecnologia e se instalar", completou.

De acordo com Christino Áureo, o processo de licitação para a obra começa este mês, mas como o processo vai levar no mínimo de um a dois anos, a licitação para os lotes, provavelmente, vai ocorrer em 2014. "Agora estamos preparando todo o processo. O projeto está sendo detalhado. Garantimos a fonte de recurso para a localização do projeto na região e tudo vai ser encominhado para que em 2014 a gente possa abrir a chamada pública", disse o secretário.

Ele acrescentou que os recursos para a irrigação virão do Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam). "Não há desperdício. Todo lote vai ter uma parte produtiva e outra de preservação da Mata Atlântica em torno dos reservatórios. O uso do Fecam é por que estamos fazendo uma irrigação, mas também há conservação do meio ambiente", ressaltou.

Christino Áureo informou anda que a construção das barragens vai custar aos governos federal e estadual R$ 610 milhões (mais de 50% serão do governo estadual) e no projeto de irrigação serão investidos R$30 milhões.



Edição: Aécio Amado

Agência Brasil


Fonte: Agrolink

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