Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Moradores sofrem com rodovia sem asfalto na região sul de Mato Grosso

Quem precisa percorrer a MT-459, conhecida como a rodovia do 'Leite', na região sul de Mato Grosso, enfrenta muitos problemas. Intransitável em vários pontos devido à ocorrência das chuvas que forma atoleiros na pista, a falta de pavimentação da estrada também tem prejudicado a economia da região, mantida pelas 50 mil cabeças de gado para o corte e leite.

Ao todo, a estrada possui 42 quilômetros de extensão e liga o município de São José do Povo a Pedra Preta, cidades a 268 e 243 quilômetros, respectivamente, de Cuiabá. Os moradores reclamam que apenas metade da estrada é asfaltada, mas nos primeiros cinco quilômetros da rodovia, o pavimento já apresenta defeitos, devido à existência de buracos. No período chuvoso, apenas veículos traçados conseguem percorrer o local.

Um morador resolveu improvisar para não ficar isolado. A casa de Jander Gonçalves fica próxima a uma ponte que corre risco de cair. A força da água trazida pelas últimas chuvas levou uma das cabeceiras da ponte. Para seguir pela rodovia, o morador construiu uma passagem improvisada no local.

"Se a gente não fizer isso não passa. A gente sabe que é perigoso, mas a gente vai fazer o quê?", indagou.

A mulher dele é professora e também passa todos os dias para ir à escola. Antes ela fazia a travessia de moto, mas agora só passa de carro e mesmo assim tem medo. "Não tem outra solução. Eu tenho que passar todos os dias eu e meu bebezinho de sete meses. A gente está correndo perigo", afirmou a professora.

Os produtores rurais também reclamam. "Eu embarquei três caminhões de boi. Para cada boi eu pago R$ 17,55 rumo ao frigorífico. O governo vem dizer que não tem dinheiro para arrumar uma estrada? Isso é uma vergonha", revelou o produtor Emilson Rocha.

Erosões e lagoas também chegam a se formar em parte da pista. "Nossa estrada está intransitável. A rodovia do leite não se concretizou e ficou a frustração, a nossa indignação", disse o produtor Lupércio de Oliveira.

Moradores da comunidade Nova Catanduva, que abriga três mil pessoas, também sofrem que a falta de estrutura da estrada. Faltam mercadorias e os moradores com problemas de saúde que precisam buscar um tratamento especializado em cidades com mais estrutura padecem.

"Tem que arriscar [ a estrada]. Se chega, a gente não sabe", disse o morador José da Silva. O trabalhador José Martins transporta 1,5 mil litros de leite por dia. Ele pensa em deixar a profissão por conta dos problemas. "Não tem jeito. A estrada está ruim demais. É só despesa", afirmou.

Um vereador reuniu documentação para saber porque a rodovia não foi totalmente pavimentada. Ele pretende fazer uma denúncia no Ministério Público Estadual. "Estou indo a Cuiabá para saber o porquê que a obra parou. Se o dinheiro está em caixa por que isso aconteceu?", disse Josiano Gabriel de Souza.

Outro lado
O secretário de Transporte e Pavimentação de Mato Grosso, Sinézio Nunes Oliveira informou que o projeto de pavimentação está pronto, e que uma empresa já está contratada, mas, até agora não tem dinheiro disponível para a obra. O secretário informou ainda que o governo está trabalhando para conseguir o recurso, mas não há prazo definido para isso.

Agrodebate..


Fonte: Agrolink

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