Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Um, dois, subiu o arroz...

Atraídos pela alta nos preços internacionais de grãos como milho e soja, agricultores reduziram a produção de alimentos básicos nos últimos anos. Como resultado, os preços foram às alturas

Pedro Brodbeck

É hora de botar mais água no feijão e se servir com uma colher a menos de arroz. A tradicional dupla do cardápio brasileiro se destaca na onda de aumento de preços dos últimos cinco anos nas prateleiras curitibanas. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2008 para cá, o arroz ficou 64,5% mais caro e o feijão preto se valorizou 53,9%. Em ambos os casos, bem mais que a média do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que subiu 33,3% no período.

Somente no ano passado, a dupla subiu mais de 40% e puxou para cima o preço dos alimentos em geral, que aumentou em média 9,29% em 2012. Para o economista Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, a alta marcou a chegada ao teto do preço dos dois produtos. “Até 2008, o arroz e o feijão estavam com os preços estagnados, com estoques muito maiores do que a demanda. O que aconteceu foi uma disparada no preço dos dois produtos para que se equiparassem ao preço mundial dos alimentos”, explica.

Grãos

Com os preços praticamente congelados até 2008, os produtores das duas culturas preferiram migrar para a soja e milho. A retração da área plantada das duas culturas reduziu a oferta dos grãos.

Isto, somado ao aumento da demanda mundial por alimentos, resultou na forte alta dos preços. “Na China, Índia e no Brasil, mesmo, o mercado consumidor de alimentos básicos cresceu em uma proporção maior que a produção, puxando os preços para cima. Mesmo assim, o antigo produtor de feijão, arroz e trigo já estava desmotivado com estas culturas, que sofreram muito com problemas climáticos nos anos anteriores, e seguiu com a soja e milho”, afirma o coordenador do departamento técnico e econômico da Federação de Agricultura do Estado do Paraná, Pedro Loyola.

O reflexo dessa migração se deu no varejo, com aumento do preço nas prateleiras para o consumidor final. Se há cinco anos o pacote de cinco quilos do arroz custava R$ 7, hoje não sai por menos de R$ 10. O quilo do feijão saltou de R$ 2,50 para R$ 4, em média, entre 2008 e o fim de 2012.

Alta generalizada

O aumento acima da inflação também foi acompanhado por demais itens da refeição básica do brasileiro. A inflação da carne e da batata ficou acima dos 60%. A alface subiu 55% e o tomate quase triplicou de preço, com alta de 192%.

Se a alta no supermercado foi grande, nos restaurantes foi ainda maior. Para quem come o famoso “prato feito” fora de casa, o cenário é ainda pior. Enquanto a alimentação em casa ficou 48,7% mais cara, o aumento de preço na alimentação nos restaurantes fechou o dobro da inflação oficial nos últimos cinco anos, em 66,2%.

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